domingo, 10 de outubro de 2010
logosofia
Liberdade: fruto de uma conquista
Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)Em seu constante ir-e-vir por este mundo, o homem conquista muitos bens espirituais, morais e materiais, que depois perde se não sabe fazer deles o devido uso, ou abusa das perspectivas que tais bens lhe abrem no terreno de suas possibilidades. Entre esses bens, existe um que, indubitavelmente, é o que dá conteúdo à vida e permite a ela alcançar seu mais alto expoente no homem como ser racional e espiritual: a liberdade.
É este um bem que, justamente por dar à vida seu conteúdo essencial, pode qualificar-se como supremo, pois enquanto é desfrutado existe paz e alegria em todos os corações.
Deve ser cercada de garantias e mútuo respeito entre os homens |
O que expõe ao perigo de perder essa liberdade, temporária ou definitivamente, é, repetimos, o abuso ou mau uso que dela se faz, o que ocorre por não se considerar, ou por se esquecer ou ignorar, que a liberdade deve ser cercada pelo máximo de garantias e pelo mútuo respeito entre os homens e os povos.
A liberdade, que é o fruto de uma conquista que o homem fez ao cultivar sua inteligência, elevar sua moral e estender a cultura por todos os pontos da Terra, contribui para manter o equilíbrio entre seus deveres e seus direitos. Por exemplo, se tomamos o caso de um homem que, no aspecto econômico, vive folgada e livremente graças a ganhos que cobrem seu orçamento e lhe permitem desfrutar um saldo positivo, temos que, a não ser por motivos de força maior, ele sempre estará em condições, nesse particular, de se desenvolver com liberdade. Mas se, em determinada circunstância, começa a exceder-se nos gastos – não porque se vê obrigado a isso, mas porque, desviado de sua realidade, confia em novos proventos ou numa capacidade que não tem para livrar-se de dificuldades –, chegará um momento em que seu superávit se terá esfumado, e se verá em sérios apertos para cobrir suas despesas.
As consequências estão neste caso bem à vista, porquanto à medida que se foi criando e ampliando o problema econômico, que antes não existia, a liberdade desfrutada até então foi-se limitando, ao estreitar-se cada vez mais dentro de um círculo em que a existência se tornou cada dia mais precária.
Pois bem; para reconquistar essa liberdade perdida, será necessário voltar aos caminhos da anterior conduta administrativa, empenhando-se com redobrados esforços, e até com sacrifícios, para alcançar a situação que foi perdida por culpa da imprevisão.
O que acabamos de expor pode ser aplicado a todos os aspectos da vida do homem e dos povos, e merece ser tido em conta, porquanto se sabe quanto custa voltar a desfrutar a liberdade quando ela foi perdida, por dela se ter abusado ou feito um uso indevido.
Os homens e os povos nasceram para ser livres, e, quando forças estranhas ou alheias a suas vontades ameaçam extinguir essa liberdade, a alma humana sobrepõe-se a todas as contingências e a todos os sacrifícios, para que ela seja como deve ser; como é: um bem supremo, que ninguém poderia renegar sem prejudicar seriamente sua natureza humana e seu destino.
OSHO
Alcance as estrelas
Assim como a miséria pode ser contagiosa, a saúde também pode. Uma pessoa iluminada está destinada a criar nos outros um desejo urgente, imediato, de possuírem a mesma luz.Uma pessoa dançando e cantando com abandono vai certamente afetar outras pessoas porque elas também estão carregando a mesma canção oculta, a mesma dança — elas também foram aleijadas pela sociedade.
Elas também têm os mesmos olhos para a beleza, mas foram cegas pela sociedade. Elas também têm energia para celebrar, mas esta sociedade não acredita em celebração.
Esta sociedade é absolutamente insana. Ela acredita em dinheiro, acredita em poder, acredita em violência, estupros, homicídios. Ela acredita em toda espécie de crimes, acredita em toda espécie de ficções, mas não entende nem um pouco sobre si mesma.
No momento em que uma pequena janela se abre em você, você é um ser transformado. O novo homem nasceu em você.
Divirta-se — esta existência é para o seu divertimento, é a sua existência, é a sua casa. Ninguém é pecador, exceto aqueles que não celebram. Para mim, celebração é a única virtude.
Um homem estava visitando seu amigo George, que estava morrendo no hospital.
Ele disse: "Bem, de qualquer forma, George, você viveu uma vida boa. Certamente você irá para o céu."
George respondeu: "Sim, eu tive uma vida boa, mas existe algo que nunca lhe contei."
"O que é?", perguntou seu amigo.
"Lembra-se daquela vez que eu fui a Chicago a negócios no ano passado? Bem, lá eu fiz amor com uma linda mulher".
Chocado, seu amigo respondeu: "Eu não posso acreditar nisso. Sua esposa, seus filhos — você não pensou neles?"
"Sim, pensei", respondeu George, "e então pensei: desde que já conheço como é o inferno, devo também conhecer como é o céu."
Você conheceu o inferno, agora você está entrando no céu. Todo mundo tem sofrido por muitas vidas no inferno. O inferno não está situado em nenhum ponto geográfico do mundo ou do Universo; ele está em sua mente distorcida.
E o céu é outro nome para a mente que transcendeu a si mesma e alcançou o estado de não-mente. Por isso a minha insistência contínua no silêncio.
Abençoados são aqueles que permitem a si mesmos serem contagiados com a festividade, com o amor, com a paz, com o silêncio e a celebração.
Osho, em "Após a Meia-Idade: Um Céu Sem Limites"
Imagem por jek in the box
Leia também:
sábado, 9 de outubro de 2010
TODAS AS VIDAS
Todas as Vidas
Vive dentro de mim
uma cabocla velha
de mau-olhado,
acocorada ao pé
do borralho,
olhando para o fogo.
Benze quebranto.
Bota feitiço...
Ogum. Orixá.
Macumba, terreiro.
Ogã, pai-de-santo...
Vive dentro de mim
a lavadeira
do Rio Vermelho.
Seu cheiro gostoso
d'água e sabão.
Rodilha de pano.
Trouxa de roupa,
pedra de anil.
Sua coroa verde
de São-caetano.
Vive dentro de mim
a mulher cozinheira.
Pimenta e cebola.
Quitute bem feito.
Panela de barro.
Taipa de lenha.
Cozinha antiga
toda pretinha.
Bem cacheada de picumã.
Pedra pontuda.
Cumbuco de coco.
Pisando alho-sal.
Vive dentro de mim
a mulher do povo.
Bem proletária.
Bem linguaruda,
desabusada,
sem preconceitos,
de casca-grossa,
de chinelinha,
e filharada.
Vive dentro de mim
a mulher roceira.
-Enxerto de terra,
Trabalhadeira.
Madrugadeira.
Analfabeta.
De pé no chão.
Bem parideira.
Bem criadeira.
Seus doze filhos,
Seus vinte netos.
Vive dentro de mim
a mulher da vida.
Minha irmãzinha...
tão desprezada,
tão murmurada...
Fingindo ser alegre
seu triste fado.
Todas as vidas
dentro de mim:
Na minha vida -
a vida mera
das obscuras!
Cora Coralinauma cabocla velha
de mau-olhado,
acocorada ao pé
do borralho,
olhando para o fogo.
Benze quebranto.
Bota feitiço...
Ogum. Orixá.
Macumba, terreiro.
Ogã, pai-de-santo...
Vive dentro de mim
a lavadeira
do Rio Vermelho.
Seu cheiro gostoso
d'água e sabão.
Rodilha de pano.
Trouxa de roupa,
pedra de anil.
Sua coroa verde
de São-caetano.
Vive dentro de mim
a mulher cozinheira.
Pimenta e cebola.
Quitute bem feito.
Panela de barro.
Taipa de lenha.
Cozinha antiga
toda pretinha.
Bem cacheada de picumã.
Pedra pontuda.
Cumbuco de coco.
Pisando alho-sal.
Vive dentro de mim
a mulher do povo.
Bem proletária.
Bem linguaruda,
desabusada,
sem preconceitos,
de casca-grossa,
de chinelinha,
e filharada.
Vive dentro de mim
a mulher roceira.
-Enxerto de terra,
Trabalhadeira.
Madrugadeira.
Analfabeta.
De pé no chão.
Bem parideira.
Bem criadeira.
Seus doze filhos,
Seus vinte netos.
Vive dentro de mim
a mulher da vida.
Minha irmãzinha...
tão desprezada,
tão murmurada...
Fingindo ser alegre
seu triste fado.
Todas as vidas
dentro de mim:
Na minha vida -
a vida mera
das obscuras!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Sabedoria
Não coloque seus sonhos em lugares altos demais onde suas mãos não poderão alcançá-los.
Mesmo se a vida parece ilimitada, nós possuímos nossos limites e esperar por algo que está muito além pode nos impedir de olhar à nossa volta.
Buscamos longe flores que poderíamos encontrar em nosso jardim, porque o que está distante sempre parece encoberto por uma neblina que elimina toda imperfeição.
Não nos prepararam para aceitar as coisas ou as pessoas como elas chegam, com muita ou pouca bagagem, com força ou sem muita vontade. Então desenhamos na nossa mente e fotografamos no nosso coração algo que só pode existir atrás da linha da realidade. E nos pomos a esperar!
Nos tornamos assim culpados de uma solidão da qual culpamos a vida ou os demais. Nos negamos a aceitar, pedindo ainda que aceitem a nós, e continuamos esperando pelo que amanhã vai nos trazer.
Envelhecemos sem sair do lugar, sonhando ainda e além, mas sem provar da vida nesses mínimos detalhes, nem sempre coloridos e perfeitos tais raios de arco-íris, mas reais o bastante para nos fazer sentir vivos.
Aprenda a ser flexível e menos exigente. Ria de bom coração quanto tiver que rir e não permita que as mágoas te impeçam de viver o minuto seguinte.
Preciosa é a vida e preciosos são os que amamos. Preciosos ainda são aqueles que nos amam, os que cativamos.
Precioso é o hoje, é o que temos, é o que tocamos. É essa realidade, nem todo o tempo bonita, mas ainda assim a nossa contribuição para a história do mundo.
Texto: Letícia Thompson
AS SETE VERDADES DO BAMBU
Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:Vovô, corre aqui! Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com chuva, e este bambu tão fraco continua de pé ?
Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas.
Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” (e não de eus). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é que ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
ESSA TAL FELICIDADE
A chave mestra
Posted: 03 Oct 2010 08:39 PM PDT
É só por meio da meditação que você se torna um rei, que você se torna um mestre, senhor de si. Mas essa é a única maestria, não há outra no mundo.
Se você não é mestre de si, pode possuir o mundo inteiro, mas é um escravo, não um rei.
Acorde de seus sonhos e faça todo o esforço possível para se aprofundar na meditação, na percepção, no testemunho. Torne-se cada vez mais consciente, e você será rei.
É necessário ter um esforço persistente, perseverança e paciência. A vitória com certeza acontecerá, mas somente quando você estiver realmente pronto. Essa prontidão vem com intenso esforço.
Faça todo esforço para ser meditativo — essa é a chave, a chave mestra para as portas do reino de Deus.
Se você não é mestre de si, pode possuir o mundo inteiro, mas é um escravo, não um rei.
Acorde de seus sonhos e faça todo o esforço possível para se aprofundar na meditação, na percepção, no testemunho. Torne-se cada vez mais consciente, e você será rei.
É necessário ter um esforço persistente, perseverança e paciência. A vitória com certeza acontecerá, mas somente quando você estiver realmente pronto. Essa prontidão vem com intenso esforço.
Faça todo esforço para ser meditativo — essa é a chave, a chave mestra para as portas do reino de Deus.
Osho, em "Meditações Para o Dia"
Imagem por aussiegall
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LEI DA ATRAÇÃO
Postado por Karina em 14, May, 2009 em Lei da Atração, Livros & Literatura
Indique este Site! “Quando a sorte sorri para uma pessoa de grande fortuna, ela geralmente escolhe aquela que a fez através de algum serviço útil – não os que herdaram ou conseguiram-na à custa do prejuízo alheio. A sorte, definitivamente, dá as costas a riquezas conseguidas por meios ilícitos, e freqüentemente faz com que se evapore misteriosamente.”
Napoleon Hill“Apenas aqueles que ousam ter grandes fracassos conseguem alcançar grandes sucessos.”Robert F. Kennedy“Qualquer homem, literalmente, vale o que pensa.”James Allen“Bom senso é o conjunto de todos os preconceitos que adquirimos em nossos primeiros dezoito anos de vida.”Albert Einstein“Se você acha que a instrução é cara, experimente a ignorância.”Benjamim Franklin“Pessoas ricas possuem grandes bibliotecas. Pessoas pobres, grande televisões.”(percepção aguda do óbvio ululante)
O post de hoje é sobre dinheiro. Por que dinheiro não é só importante para pagar contas. O dinheiro financia a sua evolução pessoal e espiritual. Se pensa que não, como que você faz para adquirir conhecimento? Livros, cursos, aulas, palestras? Como você faz para abrir a sua mente, conhecer outros povos e outras culturas? Enfim. Acho que deu para sacar do que estou falando, certo?
Pois bem! Como o dinheiro também é muito importante, na vida (o quanto é você quem decide), resolvi transcrever alguns trechos de um dos melhores livros que já li sobre “saúde financeira” aplicando a lei da atração: “Os Segredos da Mente Milionária“, de T. Harv Eker. Este livro traz uma das melhores explicações que eu já li sobre o funcionamento da lei da atração. Apesar de simples, vejo que muita gente não compreendeu o que é realmente essa lei, e como ela de fato funciona. E essa falta de compreensão tem gerado desânimo e um ceticismo nem um pouco saudável (pra não dizer injusto) em muitas pessoas.
Mas, antes de seguir em frente com os ensinamentos de Harv, gostaria de deixar alguns pontos bem esclarecidos:
1- Quando se fala em “pessoa rica” ou em “enriquecer”, queremos dizer: aquele(a) que enriqueceu por méritos próprios e justos. Não que herdou, ganhou, roubou etc. Esse tipo de pessoa pode até ter conseguido dinheiro fácil. Mas tudo aquilo que vêm fácil, vai embora fácil. Lembre-se disso.
2- O dinheiro é uma força, uma energia neutra. Não pense que se você está se sentindo infeliz sendo pobre, você vai se sentir feliz quando estiver rico ou com mais dinheiro. ISSO NÃO ACONTECE. O dinheiro apenas reforça o padrão, as emoções que você já possui. No início pode ser bom. Mas eventualmente você voltará ao seu estado emocional antigo. Se você está feliz mesmo não tendo todo o dinheiro que gostaria, então quando tiver, o dinheiro apenas irá reforçar esse sentimento ainda mais. É a mais pura ilusão pensar que dinheiro traz felicidade. O dinheiro pode apenas financiar aquilo que te faz feliz. Mas uma pessoa vazia, pode ter todo o dinheiro do mundo que continuará vazia. Dinheiro não faz milagres, somente quem pode fazer é a pessoa com o dinheiro. Por isso, torne-se primeiro uma pessoa melhor, e então o dinheiro será mais uma das alegrias da sua vida. Veja bem: mais uma.
3 – Cuidado com a maneira com que você investe seu dinheiro. Quando você financia coisas negativas, que possuem uma energia inerentemente baixa, você atrai mais situações/pessoas negativas para a sua vida. Alguns exemplos de dinheiro desperdiçado de forma mórbida: compra e tráfico de drogas, pornografia, prostituição, falsificação, pirataria etc. Você sabe quando está gastando seu tempo ou dinheiro em algo que não te engrandece como ser humano. No fundo, todos sabemos. Para entender melhor, veja também o post “As 54 leis do Fracasso“.
Tendo esses pontos bem compreendidos e claros em mente, acho que podemos passar ao Harv!
+++
Você já ouviu falar de pessoas que “desabrocham” financeiramente? Já notou que alguns indivíduos ganham rios de dinheiro e depois perdem tudo, ou começam aproveitando uma excelente oportunidade e, em seguida, deixam o bolo desandar? Agora você sabe qual é a verdadeira causa desse problema. Por fora, parece má sorte, uma oscilação na economia, um sócio desonesto, seja lá o que for. Por dentro, porém, a questão é outra. É por esse motivo que, se uma pessoa ganha muito dinheiro sem estar interiormente preparada para isso, o mais provável é que a sua riqueza tenha vida curta e ela acabe sem nada.
A maioria das pessoas simplesmente não tem capacidade interna para conquistar e conservar grandes quantidades de dinheiro e para enfrentar os crescentes desafios que a fortuna e o sucesso trazem. É sobretudo por causa disso que elas não enriquecem.
Um bom exemplo são os que ganham em loterias. As pesquisas mostram continuamente que, seja qual for o tamanho do prêmio, a maior parte desses felizardos acaba voltando ao seu estado financeiro original, isto é, a ter a quantidade de dinheiro com a qual conseguem lidar com mais facilidade.
No caso de quem enriquece com o seu próprio esforço ocorre exatamente o contrário. Repare que, quando um milionário desse tipo perde a fortuna, geralmente ele a refaz em pouco tempo. Nesse aspecto, Donald Trump é um ótimo exemplo. Ele tinha bilhões de dólares e perdeu cada centavo. Dois anos depois, recuperou tudo e até conseguiu mais.
Como se explica esse fenômeno? É simples. Pessoas assim podem perder todo o dinheiro que possuem, mas jamais perdem o ingrediente mais importante do seu sucesso: a mente milionária. No caso de Trump, a sua mente bilionária, é claro.
Isso acontece porque o “termostato” financeiro desse empresário está regulado para produzir bilhões, e não milhões. Algumas pessoas têm um termostato financeiro programado para gerar milhares, e não milhões; outras têm um termostato ajustado para criar algumas centenas. Finalmente, existem aquelas cujo termostato financeiro está condicionado a funcionar abaixo de zero – elas estão congelando e nem sabem por quê.
O motivo é simples. As pessoas, na sua maioria, agem de forma inconsciente. Quase dormem no ponto – trabalham e pensam num plano superficial da vida, baseadas somente no que vêem. Elas vivem estritamente no mundo visível.
As raízes geram os frutos
Imagine uma árvore. Suponha que seja a árvore da sua vida. Nela há frutos. Na vida, os nossos frutos são os nossos resultados. Nós olhamos para eles e não gostamos do que vemos – achamos que os frutos que produzimos são poucos, muito pequenos ou que o seu sabor deixa a desejar.
O que tendemos a fazer, então? A maioria de nós dedica ainda mais atenção aos resultados. Mas de onde eles vêm? São as sementes e as raízes que os geram.
É o que está embaixo da terra que cria o que está em cima dela. É o invisível que produz o visível. E o que significa isso? Isso quer dizer que, se você quer mudar os seus frutos, primeiro tem que trocar as raízes – quando deseja alterar o que está visível, antes deve modificar o que está invisível.
Algumas pessoas dizem que é necessário ver para crer. A pergunta que tenho para elas é: “Por que você paga a conta de luz?” Mesmo não vendo a eletricidade, você com certeza percebe e utiliza o poder que ela tem. Se não estiver muito certo acerca da sua existência, experimente colocar o dedo na tomada. Garanto que a sua dúvida desaparecerá imediatamente.
Aprendi com a experiência que as coisas que não vemos são muito mais poderosas do que as que vemos. Talvez você não concorde com essa afirmação, mas tenho certeza de que você sofrerá se não aplicar esse princípio na sua vida. Por quê? Porque estará indo contra as leis da natureza que dizem que o que está embaixo do solo gera o que está acima dele, o que é invisível cria o que é visível.
Você já ouviu alguém dizendo que a falta de dinheiro é um enorme problema? Na verdade, ela nunca é um problema, e sim um sintoma do que está acontecendo embaixo da terra.
A falta de dinheiro é o efeito. Mas onde está a causa? Ela se resume ao seguinte: a única maneira de mudar o seu mundo “exterior” é modificar o seu mundo “interior”.
Quaisquer que sejam os seus resultados – abundantes ou escassos, bons ou maus, positivos ou negativos -, lembre-se sempre de que o seu mundo exterior é apenas um reflexo do seu mundo interior. Se as coisas não vão bem na sua vida exterior, é porque não estão indo bem na sua vida interior. Simples assim.
Pare de se queixar!
Queixar-se é a pior coisa que alguém pode fazer por sua saúde e riqueza. A pior mesmo. Por quê?Acredito piamente na lei universal que diz: “Aquilo que focalizamos se expande.” Quando você se queixa, no que está se concentrando: naquilo que está certo ou no que está errado na sua vida? Obviamente, está dando destaque ao que está errado. E, uma vez que aquilo que é focalizado se expande, você só receberá mais do que está indo mal.
Você já reparou como costuma ser difícil a vida das pessoas que vivem se lamentando? Parece que tudo o que pode dar errado lhes acontece. Elas dizem: “É claro que eu reclamo – olha só como minha vida é uma droga.” Agora que você já sabe mais sobre esse assunto, poderá explicar: “Não: é exatamente porque você se queixa que a sua vida é uma droga.”
Isso remete a outro ponto. Você tem que fazer questão absoluta de não ficar na companhia de pessoas que vivem reclamando. Se tiver uma grande necessidade de estar perto de uma delas, não se esqueça de se proteger com um guarda-chuva de aço, do contrário, a coisa ruim que era destinada a ela vair cair em cima de você também.
Eu procuro ficar tão distante quanto possível de quem reclama porque a energia negativa é contagiosa. Muitas pessoas, porém, adoram se aproximar dos resmungões e ouvi-los. Por quê? Por um motivo simples: elas estão esperando a sua vez de se queixar. “E você acha que isso é horrível? Espere só até ouvir o que aconteceu comigo.”
Vou lhe passar um dever de casa e prometo que ele lhe dará uma grande oportunidade de mudar a sua vida. Eu o desafio a não reclamar de nada durante os próximos sete dias. E não apenas em voz alta, na sua cabeça também. Porém você terá que fazer isso nos próximos sete dias inteirinhos. Por quê? Porque durante os primeiros dias talvez você ainda receba alguma coisa ruim “residual” do passado. Por isso, pode demorar um pouco para ela se dissipar.
Desafiei milhares de pessoas a fazer esse pequeno exercício e fiquei admirado com a quantidade de gente que me disse depois que ele transformou as suas vidas. Garanto que a sua vida também se tornará supreendente quando você parar de se concentrar nas coisas negativas – e de atraí-las, portanto. Se você costuma se lamentar, esqueça por enquanto a ideia de atrair o sucesso – para a maioria das pessoas, atingir o “ponto morto” já é um grande começo.
A atitude de culpar os outros, justificar-se e queixar-se tem o mesmo efeito das pílulas. Só serve para reduzir o estresse. Alivia a tensão do fracasso. Pense nisso. Se a pessoa não estivesse sendo malsucedida de algum modo, ela precisaria responsabilizar alguém, arranjar uma justificativa para isso ou reclamar? A resposta óbvia é: não.
De hoje em diante, quando você se vir culpando os outros, se justificando ou se queixando, pare imediatamente. Lembre-se de que você está criando a sua vida e atraindo para ela, a todo momento, o sucesso ou algo negativo. É fundamental que escolha cuidadosamente os seus pensamentos e as suas palavras.
Agora você está pronto para escutar um dos maiores segredos do mundo: não existem vítimas verdadeiramente ricas. Entendeu bem? Afinal, quem ouviria as suas queixas? “Ai, ai, o meu iate está arranhado.” Diante disso, qualquer um responderia: “E daí?”
Por outro lado, ser vítima tem as suas recompensas. O que as pessoas ganham se colocando nesse papel? A resposta é: atenção. Isso é importante? Com toda a certeza. De uma forma ou de outra, atenção é tudo o que a maioria das pessoas almeja. E o que faz com que elas vivam em busca de atenção é o fato de cometerem um grande erro – o mesmo que quase todos nós já cometemos: confundir atenção com amor.
Acredite: é praticamente impossível ser feliz e bem-sucedido quando se está o tempo todo precisando de atenção. Por causa dessa necessidade, quem está sempre querendo agradar para conseguir aprovação costuma ficar à mercê dos outros. A busca por atenção causa mais um problema: a pessoa tende a fazer coisas idiotas para consegui-la. É essencial dissociar a atenção do amor por vários motivos.
Primeiro, a pessoa fará mais sucesso: segundo, será mais feliz; terceiro, poderá encontrar amor verdadeiro na sua vida. Na maior parte dos casos, aqueles que confundem amor com atenção não se amam no sentido genuinamente espiritual da palavra, e sim, em larga medida, a partir do próprio ego, como na frase “eu amo tudo o que você faz por mim.” Conseqüentemente, o relacionamento diz respeito apenas ao próprio indivíduo, não à outra pessoa, ou, pelo menos, às duas.
Dissociando a atenção do amor, a pessoa se liberta para amar o outro pelo que ele é, e não pelo que ele faz para ela.
Como já disse, uma vítima verdadeiramente rica não existe. Assim, para poder continuar nesse papel, quem está em busca de atenção faz questão absoluta de nunca enriquecer de verdade.
É hora de decidir. Você pode ser uma vítima ou alguém rico, jamais as duas coisas ao mesmo tempo. Preste atenção: toda vez que você culpar alguém, se justificar ou se queixar, está se degolando em termos financeiros.
É hora de resgatar o seu poder e reconhecer que você cria tudo o que existe e o que não existe na sua vida. Observe que você produz a sua riqueza, a sua falta de riqueza e todas as possibilidades que estão no meio do caminho.
SONHOS
Postado por Karina em 2, February, 2010 em Notícias, Psicologia
Indique este Site! Será mesmo? Eu acho que na prática (na observação de crianças no dia-a-dia ou baseando-se na própria experiência pessoal) não é bem assim…
Há controvérsias…
Mas fica o estudo registrado aqui como uma curiosidade.
+++
Até enquanto se sonha, se aprende. As tramas cheias de ação e emoção não são exercício das crianças, nós as construimos crescendo. Apesar do que se imagina observando as caretas e movimento do corpo durante a noite, as crianças dormem calmas e tranquilas. Para os pais que acordam com choros ou gritos, os neurocientistas explicam que eles não são resultados de pesadelos, mas sim do estado de vigília incompleto onde os pequenos se encontram confusos e desorientados. As informações são do site La Repubblica.
Giulio Tononi e Yuval Nir, do departamento de psiquiatria da universidade de Wisconsin-Madison, dedicam um capítulo de um estudo sobre a natureza dos sonhos publicado na revista Trends ao avanço da atividade onirica nas crianças. Segundo os pesquisadores, antes de elaborar cenas ricas em movimento, cores e interação de emoções, uma criança deve ter desenvolvido a própria capacidade cognitiva e enriquecer a imaginação. Isso seria em torno de 7 anos de idade.
O pioneiro dos estudos sobre o sonho na infância foi o psicólogo americano David Foulkes, que com uma paciência infinita passou os anos 80 e 90 acordando crianças em plena noite de sono em seu laboratório para falar o que eles estavam sonhando. Foi ele o primeiro a se dar conta do seguinte fato: enquanto os adultos tem quase sempre uma cena bizarra para lembrar se acordados durante a fase Rem (aquela em que se concentra a atividade onírica), somente 20% dos pequenos relataram ter um sonho em curso, até um instante antes.
“A natureza estática dos sonhos antes da idade escolar – que escreveram Tononi e Nir – é coerente com a dificuldade de pensar nos objetos durante a rotação ou as transformações em geral” e com “o avanço incompleto da faculdade da imaginação, em particular a visual e espacial”. A falta de um vocabulário adaptado para descrever as estranhezas dos sonhos ou a falta de vontade de trabalhar com o senhor vestido de branco que o acordou não são suficientes para explicar, segundo os pesquisadores de Madison, o motivo pelo qual as crianças quase nunca tem sonhos para contar.
Os sonhos crescem com as crianças. Até os 5 anos de idade as cenas são fixas e os protagonistas imóveis. Nos sonhos aparecem as vezes um animal ou o desejo de comer. É a partir dos 5 anos que os sonhos começam a ter uma trama, ainda muito trivial. Os atores se movimentam e trocam qualquer palavra. Mas a frequência dos episódios oníricos é ainda baixa, longe daqueles 80-90% registrada nos adultos acordados durante o sono.
Pequenos sonhadores começam a ter histórias interessantes para contar a partir dos 7 anos. Nos sonhos eles experimentam alegrias e medos, revivem episódios vividos durante o dia ou reset da memória autobiográfica. Assim se transformam finalmente em protagonistas das tramas mais coloridas e complicadas, tendo sonhos cada vez mais estranhos e divertidos para lembrar e relatar.
Fonte: Terra
Há controvérsias…
Mas fica o estudo registrado aqui como uma curiosidade.
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Até enquanto se sonha, se aprende. As tramas cheias de ação e emoção não são exercício das crianças, nós as construimos crescendo. Apesar do que se imagina observando as caretas e movimento do corpo durante a noite, as crianças dormem calmas e tranquilas. Para os pais que acordam com choros ou gritos, os neurocientistas explicam que eles não são resultados de pesadelos, mas sim do estado de vigília incompleto onde os pequenos se encontram confusos e desorientados. As informações são do site La Repubblica.
Giulio Tononi e Yuval Nir, do departamento de psiquiatria da universidade de Wisconsin-Madison, dedicam um capítulo de um estudo sobre a natureza dos sonhos publicado na revista Trends ao avanço da atividade onirica nas crianças. Segundo os pesquisadores, antes de elaborar cenas ricas em movimento, cores e interação de emoções, uma criança deve ter desenvolvido a própria capacidade cognitiva e enriquecer a imaginação. Isso seria em torno de 7 anos de idade.
O pioneiro dos estudos sobre o sonho na infância foi o psicólogo americano David Foulkes, que com uma paciência infinita passou os anos 80 e 90 acordando crianças em plena noite de sono em seu laboratório para falar o que eles estavam sonhando. Foi ele o primeiro a se dar conta do seguinte fato: enquanto os adultos tem quase sempre uma cena bizarra para lembrar se acordados durante a fase Rem (aquela em que se concentra a atividade onírica), somente 20% dos pequenos relataram ter um sonho em curso, até um instante antes.
“A natureza estática dos sonhos antes da idade escolar – que escreveram Tononi e Nir – é coerente com a dificuldade de pensar nos objetos durante a rotação ou as transformações em geral” e com “o avanço incompleto da faculdade da imaginação, em particular a visual e espacial”. A falta de um vocabulário adaptado para descrever as estranhezas dos sonhos ou a falta de vontade de trabalhar com o senhor vestido de branco que o acordou não são suficientes para explicar, segundo os pesquisadores de Madison, o motivo pelo qual as crianças quase nunca tem sonhos para contar.
Os sonhos crescem com as crianças. Até os 5 anos de idade as cenas são fixas e os protagonistas imóveis. Nos sonhos aparecem as vezes um animal ou o desejo de comer. É a partir dos 5 anos que os sonhos começam a ter uma trama, ainda muito trivial. Os atores se movimentam e trocam qualquer palavra. Mas a frequência dos episódios oníricos é ainda baixa, longe daqueles 80-90% registrada nos adultos acordados durante o sono.
Pequenos sonhadores começam a ter histórias interessantes para contar a partir dos 7 anos. Nos sonhos eles experimentam alegrias e medos, revivem episódios vividos durante o dia ou reset da memória autobiográfica. Assim se transformam finalmente em protagonistas das tramas mais coloridas e complicadas, tendo sonhos cada vez mais estranhos e divertidos para lembrar e relatar.
Fonte: Terra
OS EFEITOS DA BOA IMAGEM
Postado por Karina em 2, October, 2010 em Notícias, Psicologia
Indique este Site! Pesquisa mostra que paisagens tranquilas fazem diferentes áreas “conversarem”
A sensação de bem-estar dada ao ver paisagens tranquilas não é apenas algo prazeroso. Há motivos neurológicos para que imagens de natureza provoquem satisfação plena nas pessoas. A natureza também ajuda diferentes áreas do cérebro a se conectar, segundo pesquisa liderado por Michael Hunter, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra.
“Nossa pesquisa é interessante porque sugere que um estado particular da mente, a tranquilidade, está associado à emergência de um padrão de conexão entre diferentes regiões do cérebro”, afirmou Hunter ao iG. O mesmo não aconteceu em ambientes construídos pelos homens. Ou seja: situações percebidas pelo cérebro como tranquilas, neste caso na natureza, diferentes regiões do cérebro trabalham em sincronia. Caso contrário, não.
Publicado na revista Neuroimage, o estudo foi feito com ressonância magnética. Os pesquisadores mostraram cenas de ondas quebrando na praia e de carros passando por uma estrada com o mesmo som ao fundo – os dois barulhos são semelhantes, um constante ruído. O comportamento do cérebro dos voluntários foi analisado nas duas situações.
A experiência de tranquilidade é bastante complexa, segundo Hunter, pois traz intrinsecamente processos de percepção e de cognição do cérebro, como auto-reflexão. “O que nosso estudo sugere que esta complexidade se reflete no funcionamento do cérebro. As cenas tranquilas estão associadas com uma conectividade maior entre as áreas do cérebro envolvidas na percepção e regiões ligadas à auto-reflexão”, explica o pesquisador.
O trabalho, embora esteja ainda nas primeiras etapas, pode produzir, no futuro, uma forma de medir como o ambiente afeta a ativação do cérebro. “Esta pode ser uma maneira de ajudar a fazer modificações no ambiente que levem a uma experiência de maior de tranquilidade”, afirma Hunter.
Fonte: Último Segundo
sábado, 2 de outubro de 2010
TERAPIA QUÃNTICA
Fogo Sagrado: uma terapia quântica para o terceiro milênio
Terapia baseada no xamanismo propõe reflexões sobre mudança de paradigmas culturais no planeta
Pluricom
A concepção holística do mundo é reforçada, nos anos 70 e 80, pelo xamanismo, movimento de resgate da cultura de povos norte-americanos, africanos, siberianos, entre outros. Um de seus principais postulados é a realidade multidimensional do Universo, que apresenta a ideia de que os cinco sentidos e a mente racional não são suficientes para o contato com outros níveis de existência. É o sexto sentido que pode abrir as portas para uma vida multidimensional consciente e canalizar energia para desbloquear os limites de cada um.
A técnica do Fogo Sagrado, desenvolvida pela terapeuta Mônica Oliveira a partir do trabalho terapêutico do agrônomo, farmacêutico e curador Aloyzio Delgado Nascimento (e que este denominava Alinhamento Energético), é, portanto, resultado de uma integração entre xamanismo, conhecimento oriental, psicologia transpessoal e física quântica; uma equação que Ernani Fornari esclarece e exemplifica em sua obra. Sua proposta é introduzir essa "nova" técnica e apresentar as bases desse novo paradigma que esta sendo (re)implantado no planeta neste terceiro milênio.
Sobre o autor - Ernani Fornari nasceu no Rio de Janeiro em 1956 e iniciou sua prática de yoga com Victor Binot em 1974. A partir de então, começou seus estudos sobre o hinduísmo, aliados às práticas de yoga, vedanta, tantra e ayurveda. Formou-se como profissional de hatha yoga pela Associação Brasileira de Profissionais de Yoga (ABPY), em dakshina tantra yoga com Paulo Murilo Rosas e em yogaterapia com Joseph Le Page (Integrative Yogatherapy). Trabalha desde 1996 como profissional de yoga, yogaterapia e massoterapia. Em 1998 teve seus primeiros contatos com o xamanismo. Ernani Fornari tem sete livros publicados na área de ecologia e agroecologia, além de ser músico e compositor, com quatro CDs gravados.
Título: Fogo Sagrado: uma terapia quântica para o terceiro milênio
Autor: Ernani Fornari
Número de páginas: 111
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 19,90
ISBN: 978-85-7722-099-1
Terapia baseada no xamanismo propõe reflexões sobre mudança de paradigmas culturais no planeta
Pluricom
A utilização terapêutica do sexto sentido e da energia como base para uma metodologia de cura: essa é a proposta de Fogo Sagrado: uma terapia quântica para o terceiro milênio, de Ernani Fornari. A obra, lançada pela Editora Vida & Consciência, ressalta a importância da compreensão do Universo e da Criação como um organismo único e integrado, no qual a energia vital circula.
Fornari analisa o (re)nascimento do Oriente no mundo ocidental durante os anos 60 e 70, com os movimentos beatnik e hippie, e as contribuições advindas das culturas indiana e chinesa para promover uma mudança de paradigmas - da racionalidade e da física moderna para uma valorização da interconexão universal, da sensitividade e da energia, em paralelo com o surgimento da física quântica. Tal movimento está em curso e, segundo o autor, "temos de resgatar a consciência de que somos todos (co)criadores e (co)responsáveis pelo Universo e pela Vida".A concepção holística do mundo é reforçada, nos anos 70 e 80, pelo xamanismo, movimento de resgate da cultura de povos norte-americanos, africanos, siberianos, entre outros. Um de seus principais postulados é a realidade multidimensional do Universo, que apresenta a ideia de que os cinco sentidos e a mente racional não são suficientes para o contato com outros níveis de existência. É o sexto sentido que pode abrir as portas para uma vida multidimensional consciente e canalizar energia para desbloquear os limites de cada um.
A técnica do Fogo Sagrado, desenvolvida pela terapeuta Mônica Oliveira a partir do trabalho terapêutico do agrônomo, farmacêutico e curador Aloyzio Delgado Nascimento (e que este denominava Alinhamento Energético), é, portanto, resultado de uma integração entre xamanismo, conhecimento oriental, psicologia transpessoal e física quântica; uma equação que Ernani Fornari esclarece e exemplifica em sua obra. Sua proposta é introduzir essa "nova" técnica e apresentar as bases desse novo paradigma que esta sendo (re)implantado no planeta neste terceiro milênio.
Sobre o autor - Ernani Fornari nasceu no Rio de Janeiro em 1956 e iniciou sua prática de yoga com Victor Binot em 1974. A partir de então, começou seus estudos sobre o hinduísmo, aliados às práticas de yoga, vedanta, tantra e ayurveda. Formou-se como profissional de hatha yoga pela Associação Brasileira de Profissionais de Yoga (ABPY), em dakshina tantra yoga com Paulo Murilo Rosas e em yogaterapia com Joseph Le Page (Integrative Yogatherapy). Trabalha desde 1996 como profissional de yoga, yogaterapia e massoterapia. Em 1998 teve seus primeiros contatos com o xamanismo. Ernani Fornari tem sete livros publicados na área de ecologia e agroecologia, além de ser músico e compositor, com quatro CDs gravados.
Título: Fogo Sagrado: uma terapia quântica para o terceiro milênio
Autor: Ernani Fornari
Número de páginas: 111
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 19,90
ISBN: 978-85-7722-099-1
meditação divina
NSTITUTO CONSCIÊNCIA ADAMANTINA
A transmutação e a expansão de sua consciência lhe concede a liberdade
![]() KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH Uma das mais úteis preces hebraicas que vocês podem empregar para ingressar num estado superior de consciência é “Kodoish, Kodoish, Kodoish, Adonai ‘Tsebayoth” (Santo, Santo, Santo é o Senhor das Hostes). Vamos trabalhar com vocês em relação a esta prece. As palavras e o seu significado são importantes. E também o são a totalidade da experiência de trabalhar com o som e o entendimento daquilo que vocês estão tentando fazer. Quando vocês usarem os sons, assumam a atitude de que estão acessando um outro estado de consciência. Quando vocês entoarem os sons, verificarão que podem transformar a sua consciência e ingressar num domínio diferente. Ao cantarem essa prece, vocês poderão sentir ou ver que estão no interior de um túnel. Poderão sentir correntes de Luz movendo-se pelo túnel. Poderão verificar que vocês estão se movendo aceleradamente através deste túnel, para atingirem um domínio superior. Nesse domínio, no qual vocês têm uma consciência expandida, poderão receber informações e energia que será purificadora. Sintam-se saindo no extremo oposto do túnel. Agora, imaginem-se talvez num jardim ou num campo aberto, onde as cores são brilhantes. ![]() ‘’ CONECTAR COM NOSSO EU VERDADEIRO, COM A ESSÊNCIA DA LUZ. ’’ O poder Trinitizado do "Kodoish,Kodoish,Kodoish"pode criar um hiper-vórtex, ou pilar de Divina energia, através da qual Super-espaço e Super-tempo podem ser atravessados por este corpo físico, colocando-nos em ressonância com outros níveis de inteligência divina. Esta fórmula pode também ser usada para evocar Proteção Divina desde que esta Expressão Santa seja de Ligação entre todas Hierarquias como uma Saudação da Irmandade com um Pai comum. Ela cria um pilar de energia protetora que pode ser usada em todas as situações práticas para resolução de problemas, cura e todos os modos de elevação de consciência e, onde quer que precisamos projetar para fazer o Trabalho do Reino. A medida que usamos esta Expressão Sagrada, três vezes para os Poderes Triplos serem ativados,cantamos e visualizamos a trindade(TRKAYA OU VEICULO TRIPLO) sobre o nosso terceiro olho. Agora somos acompanhados por um coro do Alto quando Seres Íntegros de Luz fazem sua aparição ser conhecida por nós. Ao continuarmos usando esta Saudação somos saudados pelas Irmandades e Hostes do Ofício de Shekinah, do Cristo, e do Pai Divino. OH ! PAI DIVINO, QUE NÓS POSSAMOS POR EM PRÁTICA EM INTENÇÃO E EXTENSÃO O NOSSO VEICULO CORPORAL, CANTANDO ETERNAMENTE DIANTE DO tRONO COM AS PALAVRAS: KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI' , TSEBAYOTH. Possa a Hierarquia Cantar conosco na Terra assim como nos Céus. Possa a Santidade de nossos Irmãos e Irmãs nos mundos Superiores estar conosco em cada bater do coração e em cada forma e pensamento. E oramos para que todas as letras na Linguagem da Luz sejam expressas nesta oração Santa e som Etrerno. KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH KODOISH , KODOISH , KODOISH, ADONAI , TSEBAYOTH Aleluia,Aleluia,Aleluia...............Uma das mais úteis preces hebraicas que vocês podem empregar para ingressar num estado superior de consciência. |
CABEÇA DE GORDO
sobre | t e m a s l i v r e s
Cabeça de Gordo
*Dr. Ricardo Pahl (Psicólogo, CRP 06/93958)
Muitas vezes nos deparamos com pacientes de psicoterapia preocupados com um diagnóstico médico recente, ligado ao
excesso de peso. Pré-diabetes, pressão alta, síndrome metabólica, inflamação das articulações, hérnias, entre outras parecem
surgir do nada na vida desses pacientes, que ficam assustados(as) ao ouvir do médico que precisam urgentemente controlar o
peso.
Percebem de repente que estão acima do peso, que seu corpo mudou e consequentemente perderam em eficiência no dia-adia.
Não sabem, contudo, explicar o que aconteceu, não lembram como e onde passaram a comer mais. Não têm memórias de
grandes comilanças que justificassem o ganho exagerado de peso.
Mas por que um psicólogo parece estar escrevendo sobre um problema médico? Porque muitas vezes esse ganho inesperado
de peso tem origem em questões comportamentais.
O ato de comer tem características fisiológicas e comportamentais. Como organismos comemos porque temos que sustentar a
vida, somos compelidos a comer por instintos bem desenvolvidos ao longo de milhões de anos de evolução. No entanto,
também comemos porque é “gostoso” saciar a fome, comemos para agradar a alguém, comemos para aguentar o chefe,
comemos até mesmo para lembrar algo bom que aconteceu, ou para anteceder algo bom que irá acontecer (um jantar
romântico, por exemplo).
Sem perceber começamos a pensar em linguagem comum, com cabeça de gordo, um café passa a ser acompanhado por uma
bomba, uma reunião tensa é antecedida por uma bolachinha, a espera de um telefonema importante fica mais agradável com
uma ou duas barras de cereais, repetimos um pouco mais porque o cozinheiro caprichou, uma pequena quantidade de comida,
nada que pareça ameaçar nosso corpo.
Mas não é bem assim, ao comer um pouco a mais no dia, podemos, ao longo de um ano, aumentar em vários quilos no nosso
peso, ainda mais se esse aumento for composto por alimentos ricos em gordura e açúcar, geralmente os mais gostosos.
Quando compensamos sistematicamente qualquer desconforto ou alteração em nosso dia-a-dia com uma quantidade de
comida (mesmo que pequena), estamos indo para um caminho perigoso. Primeiro porque isso inevitavelmente afetará o bom
funcionamento do organismo, uma vez que estamos ingerindo mais alimento do que precisamos e segundo porque estamos
bagunçando nossa vida.
Sim, quando começamos a evitar enfrentamentos com comida, compensar frustrações com comida, adiar problemas para
depois do brigadeiro, estamos pensando em função das sensações que a comida nos trás e não em função do que está
realmente acontecendo a nossa volta. Estamos pensando com cabeça de gordo.
Aos poucos podemos perder a dimensão das coisas, uma vez que estamos sempre sob o efeito prazeroso da ingestão de
comida. Problemas graves e imediatos passam a ser encarados com menos seriedade e presteza. Sensações desagradáveis são
constantemente suavizadas. E mais grave: começamos a preferir o prazer de comida em razão a outros prazeres, seja pela
facilidade de obtenção e o rápido resultado, seja pelo simples hábito. Quem já não pensou em substituir namoro por
chocolate?
A popular cabeça de gordo pode evoluir para transtornos alimentares mais graves, seja para controlar o peso, seja para
Rua General Venâncio Flores, 305 - Salas 605 e 606, Leblon - Rio de Janeiro - RJ. 22441-090 / Telefax: (21) 2259-5451 | 2512-2242 | 2512-4544
Alameda Lorena, 638 - Conj. 23 e 24, Jardim Paulista - São Paulo - SP. 01424-000 / Telefones: (11) 3663-4445 | 3662-3862 | 3052-3717
www.medicinadocomportamento.com.br
MEDICINA DO COMPORTAMENTO 2
manter a sensação prazerosa da comida através do aumento exagerado da quantidade desta. E, mesmo que não evolua,
pensar com cabeça de gordo inevitavelmente trás desconforto, seja pelo simples ganho de peso, seja por suas complicações,
que podem ser graves como a hipertensão ou diabetes.
A capacidade de misturarmos comida e afeto, comida e satisfação, desenvolvida ao longo da história humana, é uma grande
qualidade, mas também pode ser uma grande armadilha. Parear comer com outros comportamentos é muito comum em
nossas vidas, um almoço de negócios, por exemplo, mas parear a sensação de saciação da fome com o alívio de outras
sensações desagradáveis, pensar com cabeça de gordo, pode ser muito prejudicial, tanto a curto quanto a longo prazo.
______________________________________________
*Dr. Ricardo Pahl
Psicólogo formado pela PUC-SP. Psicodramatista pela Escola Paulista de Psicodrama. Pós-graduando no programa de
atendimento a obesos do Instituto de Psiquiatria da FMU-SP. Possui experiência no atendimento psicoterapêutico de psicóticos
graves, tendo trabalhado na coordenação dos projetos de inclusão terapêutica do Município de Embu das Artes em Convênio
com a PUC-SP. Psicólogo da clínica Medicina do Comportamento – SP, sob a direção da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva e Dr.
Diego Amadeu Batista Bragante.
Home: www.medicinadocomportamento.com.br
E-mail: saopaulo@medicinadocomportamento.com.br
Cabeça de Gordo
*Dr. Ricardo Pahl (Psicólogo, CRP 06/93958)
Muitas vezes nos deparamos com pacientes de psicoterapia preocupados com um diagnóstico médico recente, ligado ao
excesso de peso. Pré-diabetes, pressão alta, síndrome metabólica, inflamação das articulações, hérnias, entre outras parecem
surgir do nada na vida desses pacientes, que ficam assustados(as) ao ouvir do médico que precisam urgentemente controlar o
peso.
Percebem de repente que estão acima do peso, que seu corpo mudou e consequentemente perderam em eficiência no dia-adia.
Não sabem, contudo, explicar o que aconteceu, não lembram como e onde passaram a comer mais. Não têm memórias de
grandes comilanças que justificassem o ganho exagerado de peso.
Mas por que um psicólogo parece estar escrevendo sobre um problema médico? Porque muitas vezes esse ganho inesperado
de peso tem origem em questões comportamentais.
O ato de comer tem características fisiológicas e comportamentais. Como organismos comemos porque temos que sustentar a
vida, somos compelidos a comer por instintos bem desenvolvidos ao longo de milhões de anos de evolução. No entanto,
também comemos porque é “gostoso” saciar a fome, comemos para agradar a alguém, comemos para aguentar o chefe,
comemos até mesmo para lembrar algo bom que aconteceu, ou para anteceder algo bom que irá acontecer (um jantar
romântico, por exemplo).
Sem perceber começamos a pensar em linguagem comum, com cabeça de gordo, um café passa a ser acompanhado por uma
bomba, uma reunião tensa é antecedida por uma bolachinha, a espera de um telefonema importante fica mais agradável com
uma ou duas barras de cereais, repetimos um pouco mais porque o cozinheiro caprichou, uma pequena quantidade de comida,
nada que pareça ameaçar nosso corpo.
Mas não é bem assim, ao comer um pouco a mais no dia, podemos, ao longo de um ano, aumentar em vários quilos no nosso
peso, ainda mais se esse aumento for composto por alimentos ricos em gordura e açúcar, geralmente os mais gostosos.
Quando compensamos sistematicamente qualquer desconforto ou alteração em nosso dia-a-dia com uma quantidade de
comida (mesmo que pequena), estamos indo para um caminho perigoso. Primeiro porque isso inevitavelmente afetará o bom
funcionamento do organismo, uma vez que estamos ingerindo mais alimento do que precisamos e segundo porque estamos
bagunçando nossa vida.
Sim, quando começamos a evitar enfrentamentos com comida, compensar frustrações com comida, adiar problemas para
depois do brigadeiro, estamos pensando em função das sensações que a comida nos trás e não em função do que está
realmente acontecendo a nossa volta. Estamos pensando com cabeça de gordo.
Aos poucos podemos perder a dimensão das coisas, uma vez que estamos sempre sob o efeito prazeroso da ingestão de
comida. Problemas graves e imediatos passam a ser encarados com menos seriedade e presteza. Sensações desagradáveis são
constantemente suavizadas. E mais grave: começamos a preferir o prazer de comida em razão a outros prazeres, seja pela
facilidade de obtenção e o rápido resultado, seja pelo simples hábito. Quem já não pensou em substituir namoro por
chocolate?
A popular cabeça de gordo pode evoluir para transtornos alimentares mais graves, seja para controlar o peso, seja para
Rua General Venâncio Flores, 305 - Salas 605 e 606, Leblon - Rio de Janeiro - RJ. 22441-090 / Telefax: (21) 2259-5451 | 2512-2242 | 2512-4544
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manter a sensação prazerosa da comida através do aumento exagerado da quantidade desta. E, mesmo que não evolua,
pensar com cabeça de gordo inevitavelmente trás desconforto, seja pelo simples ganho de peso, seja por suas complicações,
que podem ser graves como a hipertensão ou diabetes.
A capacidade de misturarmos comida e afeto, comida e satisfação, desenvolvida ao longo da história humana, é uma grande
qualidade, mas também pode ser uma grande armadilha. Parear comer com outros comportamentos é muito comum em
nossas vidas, um almoço de negócios, por exemplo, mas parear a sensação de saciação da fome com o alívio de outras
sensações desagradáveis, pensar com cabeça de gordo, pode ser muito prejudicial, tanto a curto quanto a longo prazo.
______________________________________________
*Dr. Ricardo Pahl
Psicólogo formado pela PUC-SP. Psicodramatista pela Escola Paulista de Psicodrama. Pós-graduando no programa de
atendimento a obesos do Instituto de Psiquiatria da FMU-SP. Possui experiência no atendimento psicoterapêutico de psicóticos
graves, tendo trabalhado na coordenação dos projetos de inclusão terapêutica do Município de Embu das Artes em Convênio
com a PUC-SP. Psicólogo da clínica Medicina do Comportamento – SP, sob a direção da Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva e Dr.
Diego Amadeu Batista Bragante.
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O QUE TEMOS DESSES DOIS CABEÇÕES........
Snoopy e Charlie: 60 anos dos cabeções
Charlie e Snoopy não são almas gêmeas. Eles apenas se gostam muito, mas sem compromisso marcado
Meninos e cachorros formam boas parcerias, semelhantes que são em energia, descontrole, leseiras e total entrega. Mas um menino de nome Charlie Brown e um beagle de nome Snoopy resolveram transgredir. Montaram também uma dupla integrada, inseparável, imprescindível, mas nada a ver com a velha fórmula.
Sessenta anos se passaram desde que o cabeção Charlie Brown, naquele 2 de outubro de 1950, resolveu se abrir para o mundo. Resolveu desatar aos poucos aqueles nós, apertados e frouxos, no meio do peito, reconhecíveis a qualquer um, mesmo para quem disfarça bem.
Foi-se conhecendo Charlie. Foi-se vendo que ele não disfarça, nem mesmo se quisesse, o que lhe desassossega. Melancólico, esperançoso, deslocado, romântico, adepto do derrotismo crônico. Honesto sobretudo. Tudo é exposto, vivido, sofrido, abandonado ou guardado para mais tarde.
Seus dramas vão de um amor impossível, imaginário, descabido, a um piquenique que deu errado, do qual se sente responsável. O mais simples o atormenta, o banal lhe é complicado. Uma dia a dia de culpas e isolamento. Solidão daquelas de ilha, que nem um iPod dá fim. Pobre Charlie.
Sessenta anos também se passaram para o cabeçudo Snoopy desde que, naquele 4 de outubro de 1950, foi caminhar pela rua e apresentar aquele enorme focinho como bem mais que um mero farejador de odores.
Snoopy se sente e quer ser maior. Sofre por não caber na vida monótona, no que se espera de um cão comum. É volúvel, raivoso, depressivo, altivo e lírico.
É revoltado. Dorme no telhado da casinha. Quer ver as estrelas, sentir-se próximo a elas. Tem alteregos. É bípede. Imagina-se escritor, aviador, advogado. É inadequado.
Teria, pela convenção, de ser babão, servil, quadrúpede, alegre por pouca coisa, não questionador, devoto para com o dono, amoroso ao extremo, do típico fanático, do tipo canino.
Nada disso. Snoopy não é Scooby Do, menos ainda Pluto. Interroga, duvida, filosofa, analisa. Aponta erros, acertos, discorda, se altera, é pretencioso, arma barracos. Magoa, se magoa e se distancia. Tira conclusões próprias. Sabe o que quer, mas também acha que deveria querer algo diferente.
Até obedece a clichês de sua espécie como não gostar de gatos. Mas, ambicioso, aprofunda, viaja. Define gatos como “as ervas daninhas na relva da vida”. Grande Snoopy.
Ambos têm almas nada, nada pequenas. Concebidos pelo americano Charles Schulz como os dois lados da moeda, da nossa moeda, aquela que jogamos para o alto todo dia, mesmo não nos dando conta. O perdedor resignado e o viajante inquieto.
Charlie Brown traz fracassos, angústias caladas, inseguranças. O desapontamento de nunca ter recebido um cartão no Dia dos Namorados, de nunca ter empinado um papagaio direito, nunca ter vencido um jogo de beisebol.
Esforça-se para se adaptar ao real, deixar de ser introspectivo, superar rejeições. Pobre Charlie.
Sem Snoopy seria difícil para Charlie. É o amigo que chega, meio distante, olhando de longe, questionando, meio juiz, meio psicanalista, avaliando e dando nota.
Snoopy entra pesado mesmo sem sentir. É durão. Vem para entender, compreender e repreender. Ama dando um se ligue, para depois dar um beijo e amenizar o ardor. Revezando entre áspero e o macio, ouve Charlie confessar, se revelar e se martirizar. Às vezes, ajuda. Outras enche o saco, deixa para lá. Volta depois. Dá presente. Grande Snoopy.
Fossem iguais, modelos, não divertiriam, seriam entediantes, estancados naquela relação insossa, previsível e dispensável.
Ambos montam, com seus amigos Sally, Lucy, Schroeder, Linus, Patty Pimentinha, Marcie, Chiqueirinho e Woodstock, a pequena comédia do nosso cotidiano. Aquele cheio de existencialismo, frustração, sarcasmo e refinamento.
É! Todo dia temos doses de existencialismo, desvio e sarcasmo. Soa esquisito dito assim de supetão, acostumados que somos em fazer tudo sempre igual. Causa desconfiança.
Causaria também em Charlie Brown e em Snoopy. Mas tal desconfiança neles, ninguém duvide, só reforçaria a piada no final, aquela refinada, simples, espontânea e corriqueira, constatando o engraçado que é o óbvio despercebido.
Charlie e Snoopy não são almas gêmeas. Não no formato padronizado de par perfeito, de duas metades da laranja.
Eles apenas se gostam muito, mas sem compromisso marcado. Mesmo quando só se suportam, quando se ignoram por instantes, dão um jeito de se aproximar, meio que na displicência. Nem de longe pressupõem o desapego.
Sessenta anos se passaram desde que o cabeção Charlie Brown, naquele 2 de outubro de 1950, resolveu se abrir para o mundo. Resolveu desatar aos poucos aqueles nós, apertados e frouxos, no meio do peito, reconhecíveis a qualquer um, mesmo para quem disfarça bem.
Foi-se conhecendo Charlie. Foi-se vendo que ele não disfarça, nem mesmo se quisesse, o que lhe desassossega. Melancólico, esperançoso, deslocado, romântico, adepto do derrotismo crônico. Honesto sobretudo. Tudo é exposto, vivido, sofrido, abandonado ou guardado para mais tarde.
Seus dramas vão de um amor impossível, imaginário, descabido, a um piquenique que deu errado, do qual se sente responsável. O mais simples o atormenta, o banal lhe é complicado. Uma dia a dia de culpas e isolamento. Solidão daquelas de ilha, que nem um iPod dá fim. Pobre Charlie.
Sessenta anos também se passaram para o cabeçudo Snoopy desde que, naquele 4 de outubro de 1950, foi caminhar pela rua e apresentar aquele enorme focinho como bem mais que um mero farejador de odores.
Snoopy se sente e quer ser maior. Sofre por não caber na vida monótona, no que se espera de um cão comum. É volúvel, raivoso, depressivo, altivo e lírico.
É revoltado. Dorme no telhado da casinha. Quer ver as estrelas, sentir-se próximo a elas. Tem alteregos. É bípede. Imagina-se escritor, aviador, advogado. É inadequado.
Teria, pela convenção, de ser babão, servil, quadrúpede, alegre por pouca coisa, não questionador, devoto para com o dono, amoroso ao extremo, do típico fanático, do tipo canino.
Nada disso. Snoopy não é Scooby Do, menos ainda Pluto. Interroga, duvida, filosofa, analisa. Aponta erros, acertos, discorda, se altera, é pretencioso, arma barracos. Magoa, se magoa e se distancia. Tira conclusões próprias. Sabe o que quer, mas também acha que deveria querer algo diferente.
Até obedece a clichês de sua espécie como não gostar de gatos. Mas, ambicioso, aprofunda, viaja. Define gatos como “as ervas daninhas na relva da vida”. Grande Snoopy.
Ambos têm almas nada, nada pequenas. Concebidos pelo americano Charles Schulz como os dois lados da moeda, da nossa moeda, aquela que jogamos para o alto todo dia, mesmo não nos dando conta. O perdedor resignado e o viajante inquieto.
Charlie Brown traz fracassos, angústias caladas, inseguranças. O desapontamento de nunca ter recebido um cartão no Dia dos Namorados, de nunca ter empinado um papagaio direito, nunca ter vencido um jogo de beisebol.
Esforça-se para se adaptar ao real, deixar de ser introspectivo, superar rejeições. Pobre Charlie.
Sem Snoopy seria difícil para Charlie. É o amigo que chega, meio distante, olhando de longe, questionando, meio juiz, meio psicanalista, avaliando e dando nota.
Snoopy entra pesado mesmo sem sentir. É durão. Vem para entender, compreender e repreender. Ama dando um se ligue, para depois dar um beijo e amenizar o ardor. Revezando entre áspero e o macio, ouve Charlie confessar, se revelar e se martirizar. Às vezes, ajuda. Outras enche o saco, deixa para lá. Volta depois. Dá presente. Grande Snoopy.
Fossem iguais, modelos, não divertiriam, seriam entediantes, estancados naquela relação insossa, previsível e dispensável.
Ambos montam, com seus amigos Sally, Lucy, Schroeder, Linus, Patty Pimentinha, Marcie, Chiqueirinho e Woodstock, a pequena comédia do nosso cotidiano. Aquele cheio de existencialismo, frustração, sarcasmo e refinamento.
É! Todo dia temos doses de existencialismo, desvio e sarcasmo. Soa esquisito dito assim de supetão, acostumados que somos em fazer tudo sempre igual. Causa desconfiança.
Causaria também em Charlie Brown e em Snoopy. Mas tal desconfiança neles, ninguém duvide, só reforçaria a piada no final, aquela refinada, simples, espontânea e corriqueira, constatando o engraçado que é o óbvio despercebido.
Charlie e Snoopy não são almas gêmeas. Não no formato padronizado de par perfeito, de duas metades da laranja.
Eles apenas se gostam muito, mas sem compromisso marcado. Mesmo quando só se suportam, quando se ignoram por instantes, dão um jeito de se aproximar, meio que na displicência. Nem de longe pressupõem o desapego.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
REAÇÃO EM CADEIA
Todas as coisas acontecem juntas.
Quando você se sentir menos culpado, imediatamente começará a se sentir mais feliz. Quando você se sentir mais feliz, passará a se sentir menos em conflito, mais harmonioso — integrado. Quando você se sentir integrado e mais harmonioso, subitamente sentirá uma certa graça circundando-o.
Essas coisas funcionam como uma reação em cadeia: uma começa a outra, esta começa uma outra, e elas seguem se espalhando.
Sentir-se menos culpado é muito importante. A humanidade toda foi induzida a se sentir culpada — séculos de condicionamento, sendo orientada a fazer isso e a não fazer aquilo.
E não somente isso, mas as pessoas foram coagidas ao lhes dizerem que, se elas fizessem algo não permitido pela sociedade ou pela igreja, seriam pecadoras. Se elas fizessem algo que fosse apreciado pela sociedade e pela igreja, então elas seriam santas.
Dessa maneira, todos são enganados para fazerem coisas que a sociedade deseja que eles façam e para não fazerem o que a sociedade não deseja que eles façam. Ninguém se importa se o que você faz ou deixa de fazer tem ou não a ver com você, ninguém se importa com o indivíduo.
Penetre em uma nova luz, em uma nova consciência, na qual você possa se livrar da culpa. E, então, muito mais coisas seguirão.
Quando você se sentir menos culpado, imediatamente começará a se sentir mais feliz. Quando você se sentir mais feliz, passará a se sentir menos em conflito, mais harmonioso — integrado. Quando você se sentir integrado e mais harmonioso, subitamente sentirá uma certa graça circundando-o.
Essas coisas funcionam como uma reação em cadeia: uma começa a outra, esta começa uma outra, e elas seguem se espalhando.
Sentir-se menos culpado é muito importante. A humanidade toda foi induzida a se sentir culpada — séculos de condicionamento, sendo orientada a fazer isso e a não fazer aquilo.
E não somente isso, mas as pessoas foram coagidas ao lhes dizerem que, se elas fizessem algo não permitido pela sociedade ou pela igreja, seriam pecadoras. Se elas fizessem algo que fosse apreciado pela sociedade e pela igreja, então elas seriam santas.
Dessa maneira, todos são enganados para fazerem coisas que a sociedade deseja que eles façam e para não fazerem o que a sociedade não deseja que eles façam. Ninguém se importa se o que você faz ou deixa de fazer tem ou não a ver com você, ninguém se importa com o indivíduo.
Penetre em uma nova luz, em uma nova consciência, na qual você possa se livrar da culpa. E, então, muito mais coisas seguirão.
Osho, em "Osho Todos os Dias"
Imagem por tobym
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
AS PRISÕES
QUANDO NOS SENTIMOS ‘PRESOS’
Uma mensagem dos Registros Akashicos, canalizada por Michelle Coutant
19 de Setembro de 2010
Que sabedoria você poderia nos oferecer para nos auxiliar, quando nos sentirmos “presos” em todas as áreas de nossas vidas, e incapazes de avançarmos?
Abençoados, devido aos desafios que estão chegando até vocês muito rapidamente, é bem compreensível que muitos de vocês estejam desencorajados, e muitos estejam se sentindo incapazes de avançar. Nós lhes pedimos que “parem e cheirem as rosas”, parem e retornem ao seu Sagrado Coração. Deixem o que vocês estão fazendo que os esteja angustiando e, simplesmente, reservem um tempo para permitir o perdão. Permitam o perdão para si mesmos. Não podemos enfatizar isto o suficiente. Quando vocês são muito severos em relação a si mesmos, e indispostos a se perdoarem, estão apenas perpetuando mais o que os está levando a se sentirem “presos” em primeiro lugar. Ao se perdoarem, estarão liberando muitas vibrações distorcidas que os estão impedindo de avançar. Quando se perdoam, são incapazes de retornar novamente à vibração do amor. Amor próprio, queridos.
Vocês devem continuar retornando ao amor próprio e constatarão que todas as soluções serão encontradas ao que os está impedindo de avançar. A vibração do julgamento e a falta de perdão para si mesmos, são vibrações que os mantêm em seu ego. Vocês elevam as suas vibrações quando retornam à vibração do amor próprio. A vibração do amor é a vibração que mais os auxiliará a encontrar soluções. Foi-lhes dito freqüentemente, que a solução é sempre encontrada em uma vibração mais elevada do que o problema que vocês estão buscando resolver. Esta é uma grande sabedoria para vocês se lembrarem e os auxiliará novamente a avançar. Apliquem isto em todas as áreas de sua vida, queridos, e a sua jornada será segura e iluminada e o seu caminho estará desimpedido para avançar novamente.
Quando lhes pedimos que “parem e cheirem as rosas”, perceberão que serão capazes de fazer isto, quando retornarem à vibração do amor. Busquem a alegria, queridos, busquem a alegria e o amor e lembrem-se de que esta existência estará completa em um breve momento da eternidade. Vocês querem viver esta vida na dor e no sofrimento, ou querem vivê-la com amor e alegria? É uma escolha que cada um deve fazer e nós lhes damos esta informação para orientá-los no acesso do amor e da alegria.
Aproveitem o tempo para estar na natureza, pois a influência da ancoragem de sua mãe Terra e dos espíritos da natureza os auxiliará a retornarem ao amor em seu Sagrado Coração. Deitem-se em sua mãe Terra e se sintam imersos em seu amoroso abraço, enquanto ela lhes permite deixar ir tudo o que não mais lhes serve, e absorvendo isto em seu amoroso abraço. Sintam-se afundar em seu solo e liberem tudo o que trouxe os seus sentimentos de estarem “presos”. Liberem-no, e repousem no abraço da mãe Terra e se conscientizem dos devas e dos espíritos da natureza ao redor de todos vocês, auxiliando-os, abraçando-os, se lhes permitirem. Momentos em silêncio na natureza serão muito importantes para renová-los em suas vidas diárias.
Aproveitem este tempo, queridos, tomem um banho de sal, acendam uma vela, façam uma longa caminhada, façam o que lhes agrada, quando se encontrarem incapazes de avançar. Para aqueles que sintam que não têm o tempo para fazer isto, nós lhes perguntamos, quanto tempo vocês estão desperdiçando em sua falta de avanço? Nós lhes garantimos: vocês têm o tempo. Vocês se renovarão e se rejuvenescerão. E, finalmente, reservem um tempo para meditar no amor do seu Sagrado Coração. Sintam este amor, sejam este amor. Vocês completaram o círculo quando se afastaram do amor do seu Sagrado coração, e agora serão capazes de se moverem novamente para o amor do seu Sagrado Coração.
Como vocês podem nos auxiliar a clarificar padrões repetitivos de comportamento que vemos em nós mesmos, mas que fomos incapazes de mudarmos ou de transmutarmos?
Queridos, esta mensagem tem uma analogia que lhes foi dado, para auxiliá-los a reconhecerem os padrões de comportamento que não lhes servem. É uma analogia que também lhes permitiu ver o humor nestas situações. Quando vocês se perceberem repetindo um padrão de pensamento que não lhes sirva, vejam a visualização de uma vitrola automática, e poderão atribuir um número para o comportamento em particular. Quando se perceberem trazendo o comportamento que não lhes serve, vejam a vitrola automática em sua mente, vejam o botão associado a este comportamento sendo empurrado, e poderão ver a vitrola automática pulando para cima e para baixo e para os lados, enquanto os seus “botões” são empurrados. Esperamos que este pouco de humor os auxilie a ver os comportamentos que gostariam de mudar, quando eles surgirem em sua vida. E o humor poderá auxiliá-los neste momento, a esclarecer e mudar o comportamento.
Queridos, vocês se levam muito a sério. Se pudessem se perceber como os vemos, vocês não seriam tão sérios. Vocês são seres de luz divinos, gloriosos, de uma magnificência que são incapazes de ver ou de compreender. Nós lhes pedimos que saibam que é assim, e vocês têm todos os dons, talentos e habilidades para transcender tudo o que não mais lhes serve.
Que outra sabedoria você gostaria de oferecer a respeito de clarificar os padrões de comportamentos repetitivos?
Nós lhes pedimos que intensifiquem o seu uso da Chama Violeta. Identificar os padrões que vocês escolhem liberar é um grande passo para o avanço. Quando são honestos para si mesmos e fazem o trabalho de auto-indagação necessário para ajudá-los a avançar, vocês estão vivendo na verdade e na integridade que os auxiliará em relação ao avanço. A auto-indagação é de grande importância no avanço. Identifiquem os padrões de comportamento que os estão impedindo de uma verdade maior. Invoquem a Chama Violeta, invoquem S. Germain, Lady Portia, Arcanjo Zadkiel, Lady Ametista, e todos os anjos da Chama Violeta, que estão aqui para auxiliá-los a trabalharem com a Chama Violeta. Invoquem a sua Presença Eu Sou para que ative a Chama Violeta.
A Chama Violeta virá dos reinos mais elevados, e virá até vocês do interior da Terra. A Chama Violeta resplandecerá através do seu Sagrado Coração. É como se vocês estivessem cercados em um turbilhão desta chama transformadora. Não lhes será dado mais do que sejam capazes de usar, e quando vocês intensificarem o seu uso da Chama Violeta, ser-lhes-á dado mais. Usem diariamente a Chama Violeta. Cada vez que se perceberem em um dos padrões de comportamentos repetitivos, gostarão de mudá-los, de transmutá-los com a Chama Violeta. Ao longo do seu dia, respirem a Chama Violeta, enviem-na para a Terra abaixo, como um dom, e a tragam novamente para cima e para fora, através do centro do seu Sagrado Coração, na frente e atrás, na forma do símbolo do infinito, enquanto vocês exalam. Expirem-na para a Terra, para a humanidade e todas as formas de vida.
Preencham-se com a Chama Violeta e pretendam manter a Chama Violeta em seu campo em todos os momentos, e enquanto a inspiram e a expiram, enviem-na para a Terra e para todas as formas de vida. Ser-lhes-á dado mais quando usarem a Chama Violeta para se transformarem e auxiliarem todos os outros a sua volta.
Há um fluxo e refluxo, enquanto vocês integram o que aprenderam e aquilo que está sendo lhes apresentado para que aprendam. Permitam-se mover no fluxo e refluxo. Seu fluxo e refluxo são também afetados pelos corpos planetários e eventos astrológicos. Quando se conscientizarem disto, isto os auxiliará, pois compreenderão que há forças maiores operando no plano Divino, e que o projeto divino tem muitas operações intrincadas que afetarão todos e a cada um de vocês. Saibam que nem sempre vocês podem estar conscientes das nuances do que está ocorrendo no processo da ascensão. Retornem ao amor em seus corações, sempre, Queridos, e serão capazes de fluir no tempo divino, e no fluxo e refluxo do Universo.
Nós somos os Mestres Ascensionados. Estamos aqui com vocês para auxiliá-los. Peçam-nos para irradiarmos o amor para vocês, peçam-nos para que estejamos com vocês, e que os ajudemos a trazer o equilíbrio e a harmonia em suas vidas.
Vocês podem copiar e compartilhar. Por favor, copiem a mensagem na íntegra e dêem os créditos aos Mestres Ascensionados, através de Ver. Michelle Coutant, e forneçam um link para: www.transformingradiance.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
Uma mensagem dos Registros Akashicos, canalizada por Michelle Coutant
19 de Setembro de 2010
Que sabedoria você poderia nos oferecer para nos auxiliar, quando nos sentirmos “presos” em todas as áreas de nossas vidas, e incapazes de avançarmos?
Abençoados, devido aos desafios que estão chegando até vocês muito rapidamente, é bem compreensível que muitos de vocês estejam desencorajados, e muitos estejam se sentindo incapazes de avançar. Nós lhes pedimos que “parem e cheirem as rosas”, parem e retornem ao seu Sagrado Coração. Deixem o que vocês estão fazendo que os esteja angustiando e, simplesmente, reservem um tempo para permitir o perdão. Permitam o perdão para si mesmos. Não podemos enfatizar isto o suficiente. Quando vocês são muito severos em relação a si mesmos, e indispostos a se perdoarem, estão apenas perpetuando mais o que os está levando a se sentirem “presos” em primeiro lugar. Ao se perdoarem, estarão liberando muitas vibrações distorcidas que os estão impedindo de avançar. Quando se perdoam, são incapazes de retornar novamente à vibração do amor. Amor próprio, queridos.
Vocês devem continuar retornando ao amor próprio e constatarão que todas as soluções serão encontradas ao que os está impedindo de avançar. A vibração do julgamento e a falta de perdão para si mesmos, são vibrações que os mantêm em seu ego. Vocês elevam as suas vibrações quando retornam à vibração do amor próprio. A vibração do amor é a vibração que mais os auxiliará a encontrar soluções. Foi-lhes dito freqüentemente, que a solução é sempre encontrada em uma vibração mais elevada do que o problema que vocês estão buscando resolver. Esta é uma grande sabedoria para vocês se lembrarem e os auxiliará novamente a avançar. Apliquem isto em todas as áreas de sua vida, queridos, e a sua jornada será segura e iluminada e o seu caminho estará desimpedido para avançar novamente.
Quando lhes pedimos que “parem e cheirem as rosas”, perceberão que serão capazes de fazer isto, quando retornarem à vibração do amor. Busquem a alegria, queridos, busquem a alegria e o amor e lembrem-se de que esta existência estará completa em um breve momento da eternidade. Vocês querem viver esta vida na dor e no sofrimento, ou querem vivê-la com amor e alegria? É uma escolha que cada um deve fazer e nós lhes damos esta informação para orientá-los no acesso do amor e da alegria.
Aproveitem o tempo para estar na natureza, pois a influência da ancoragem de sua mãe Terra e dos espíritos da natureza os auxiliará a retornarem ao amor em seu Sagrado Coração. Deitem-se em sua mãe Terra e se sintam imersos em seu amoroso abraço, enquanto ela lhes permite deixar ir tudo o que não mais lhes serve, e absorvendo isto em seu amoroso abraço. Sintam-se afundar em seu solo e liberem tudo o que trouxe os seus sentimentos de estarem “presos”. Liberem-no, e repousem no abraço da mãe Terra e se conscientizem dos devas e dos espíritos da natureza ao redor de todos vocês, auxiliando-os, abraçando-os, se lhes permitirem. Momentos em silêncio na natureza serão muito importantes para renová-los em suas vidas diárias.
Aproveitem este tempo, queridos, tomem um banho de sal, acendam uma vela, façam uma longa caminhada, façam o que lhes agrada, quando se encontrarem incapazes de avançar. Para aqueles que sintam que não têm o tempo para fazer isto, nós lhes perguntamos, quanto tempo vocês estão desperdiçando em sua falta de avanço? Nós lhes garantimos: vocês têm o tempo. Vocês se renovarão e se rejuvenescerão. E, finalmente, reservem um tempo para meditar no amor do seu Sagrado Coração. Sintam este amor, sejam este amor. Vocês completaram o círculo quando se afastaram do amor do seu Sagrado coração, e agora serão capazes de se moverem novamente para o amor do seu Sagrado Coração.
Como vocês podem nos auxiliar a clarificar padrões repetitivos de comportamento que vemos em nós mesmos, mas que fomos incapazes de mudarmos ou de transmutarmos?
Queridos, esta mensagem tem uma analogia que lhes foi dado, para auxiliá-los a reconhecerem os padrões de comportamento que não lhes servem. É uma analogia que também lhes permitiu ver o humor nestas situações. Quando vocês se perceberem repetindo um padrão de pensamento que não lhes sirva, vejam a visualização de uma vitrola automática, e poderão atribuir um número para o comportamento em particular. Quando se perceberem trazendo o comportamento que não lhes serve, vejam a vitrola automática em sua mente, vejam o botão associado a este comportamento sendo empurrado, e poderão ver a vitrola automática pulando para cima e para baixo e para os lados, enquanto os seus “botões” são empurrados. Esperamos que este pouco de humor os auxilie a ver os comportamentos que gostariam de mudar, quando eles surgirem em sua vida. E o humor poderá auxiliá-los neste momento, a esclarecer e mudar o comportamento.
Queridos, vocês se levam muito a sério. Se pudessem se perceber como os vemos, vocês não seriam tão sérios. Vocês são seres de luz divinos, gloriosos, de uma magnificência que são incapazes de ver ou de compreender. Nós lhes pedimos que saibam que é assim, e vocês têm todos os dons, talentos e habilidades para transcender tudo o que não mais lhes serve.
Que outra sabedoria você gostaria de oferecer a respeito de clarificar os padrões de comportamentos repetitivos?
Nós lhes pedimos que intensifiquem o seu uso da Chama Violeta. Identificar os padrões que vocês escolhem liberar é um grande passo para o avanço. Quando são honestos para si mesmos e fazem o trabalho de auto-indagação necessário para ajudá-los a avançar, vocês estão vivendo na verdade e na integridade que os auxiliará em relação ao avanço. A auto-indagação é de grande importância no avanço. Identifiquem os padrões de comportamento que os estão impedindo de uma verdade maior. Invoquem a Chama Violeta, invoquem S. Germain, Lady Portia, Arcanjo Zadkiel, Lady Ametista, e todos os anjos da Chama Violeta, que estão aqui para auxiliá-los a trabalharem com a Chama Violeta. Invoquem a sua Presença Eu Sou para que ative a Chama Violeta.
A Chama Violeta virá dos reinos mais elevados, e virá até vocês do interior da Terra. A Chama Violeta resplandecerá através do seu Sagrado Coração. É como se vocês estivessem cercados em um turbilhão desta chama transformadora. Não lhes será dado mais do que sejam capazes de usar, e quando vocês intensificarem o seu uso da Chama Violeta, ser-lhes-á dado mais. Usem diariamente a Chama Violeta. Cada vez que se perceberem em um dos padrões de comportamentos repetitivos, gostarão de mudá-los, de transmutá-los com a Chama Violeta. Ao longo do seu dia, respirem a Chama Violeta, enviem-na para a Terra abaixo, como um dom, e a tragam novamente para cima e para fora, através do centro do seu Sagrado Coração, na frente e atrás, na forma do símbolo do infinito, enquanto vocês exalam. Expirem-na para a Terra, para a humanidade e todas as formas de vida.
Preencham-se com a Chama Violeta e pretendam manter a Chama Violeta em seu campo em todos os momentos, e enquanto a inspiram e a expiram, enviem-na para a Terra e para todas as formas de vida. Ser-lhes-á dado mais quando usarem a Chama Violeta para se transformarem e auxiliarem todos os outros a sua volta.
Há um fluxo e refluxo, enquanto vocês integram o que aprenderam e aquilo que está sendo lhes apresentado para que aprendam. Permitam-se mover no fluxo e refluxo. Seu fluxo e refluxo são também afetados pelos corpos planetários e eventos astrológicos. Quando se conscientizarem disto, isto os auxiliará, pois compreenderão que há forças maiores operando no plano Divino, e que o projeto divino tem muitas operações intrincadas que afetarão todos e a cada um de vocês. Saibam que nem sempre vocês podem estar conscientes das nuances do que está ocorrendo no processo da ascensão. Retornem ao amor em seus corações, sempre, Queridos, e serão capazes de fluir no tempo divino, e no fluxo e refluxo do Universo.
Nós somos os Mestres Ascensionados. Estamos aqui com vocês para auxiliá-los. Peçam-nos para irradiarmos o amor para vocês, peçam-nos para que estejamos com vocês, e que os ajudemos a trazer o equilíbrio e a harmonia em suas vidas.
Vocês podem copiar e compartilhar. Por favor, copiem a mensagem na íntegra e dêem os créditos aos Mestres Ascensionados, através de Ver. Michelle Coutant, e forneçam um link para: www.transformingradiance.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
SILENCIO

Encontrar silêncio no centro do som - blog palavras de Osho |
| Encontrar silêncio no centro do som Posted: 11 Sep 2010 07:01 PM PDT Feche seus olhos e sinta todo o universo cheio de som. Sinta como se todo som estivesse se movendo em sua direção e que você é o centro. Esse sentimento de que você é o centro lhe dará uma paz bem profunda. Todo o universo se torna a circunferência e você está no centro e tudo está se movendo na sua direção, caindo sobre você. O centro é sem som, eis porque você pode ouvir os sons; um som não pode ouvir outro som. O centro é silêncio absoluto. Eis porque você pode ouvir sons entrando em você, chegando até você, lhe penetrando, lhe circundando. Se você puder descobrir onde fica o centro, onde fica o campo dentro de você para onde cada som está chegando, subitamente os sons desaparecerão e você entrará para o sem sonoridade. Se você puder sentir um centro onde cada som está sendo ouvido, acontece uma repentina transferência de consciência. Num momento você estará ouvindo o mundo todo repleto de sons e noutro momento sua consciência irá repentinamente voltar-se para dentro e você ouvirá o sem sonoridade, o centro da vida. Não comece a pensar sobre sons; que esse é bom e aquele é ruim, e esse está perturbando e aquele é muito bonito e harmonioso. Simplesmente pense no centro. Basta lembrar-se de que você é o centro e que todos os sons estão vindo em sua direção; todo som, de todo tipo. Sons não são escutados nos ouvidos, o ouvido não pode ouvi-los. Os ouvidos apenas fazem o trabalho de transmissão, e na transmissão eles cortam muito do que é inútil para você. Eles selecionam, eles escolhem e então os sons penetram em você. Agora você os descobre dentro, onde fica seu centro. Os ouvidos não são o centro, você está ouvindo de algum lugar bem profundo. Os ouvidos estão simplesmente lhe enviando os sons selecionados. Onde você está? Onde está seu centro? |
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
TEMORES DA MUDANÇA
| Cada dia que vivemos é único. Cada momento é mágico. Até quando você vai fazer as mesmas coisas, do mesmo jeito para ter os mesmos resultados? Quando você começará a viver? Venha comigo e encontraremos novos caminhos para seus sonhos. Ou novos sonhos para seus caminhos. |
terça-feira, 21 de setembro de 2010
OS FLUIDOS
Os Fluidos
Projeto Reler
“... e quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. Mas Deus dá o corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado. Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra a dos animais, outra a das aves, outra a dos peixes. Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra a glória da lua, outra a das estrelas; porque até entre as estrelas há diferenças de esplendor” - (I Coríntios, cap. 15 - 37 a 41).
CONSIDERAÇÕES
Um dos grandes mistérios que a Ciência humana procura esclarecer é o da existência de uma matéria básica universal, capaz de servir como ponto de partida para a origem dos elementos físicos conhecidos. Embora pesquisadores em todo o mundo tenham se empenhado no estudo da estrutura íntima dos átomos, ainda não se conseguiu encontrar esse elemento básico primitivo. Acredita-se que o Universo, em seu lado material, tenha uma idade calculada aproximadamente entre 9 e 16 bilhões de anos. Estudos modernos afirmam que no princípio todos os elementos materiais estavam reunidos num só “ponto”, sob uma pressão incalculável. Num dado momento, esse ponto teria explodido, dispersando matéria pelo espaço, dando origem às nebulosas, aos sistemas estelares, aos planetas e aos astros. O Universo, de acordo com a física moderna, continua a se expandir e não se sabe até quando continuará neste processo. A Ciência entende que, encontrando o elemento material primitivo, estaria frente à solução de muitos mistérios sobre a origem das coisas. No século XIX, quando começaram as manifestações dos Espíritos, eles revelaram uma teoria onde explicavam de forma racional a origem das coisas materiais e espirituais. Diziam que havia por toda a Criação um elemento primitivo etéreo, denominado “fluido universal”, e que todos os elementos materiais conhecidos seriam formas modificadas deste fluido. Alguns cientistas no passado pesquisaram a matéria básica, também denominada “éter”, mas não conseguiram convencer os meios científicos de sua existência. A Ciência não podia compreender a presença, no espaço, de uma matéria tão sutil que não fosse detectada pelos instrumentos existentes. O Espiritismo, através dos fenômenos de efeitos físicos, demonstrou a existência do fluido universal, base de todos os elementos materiais.
FLUIDO UNIVERSAL
O fluido universal é a matéria básica fundamental de todo o Universo material e espiritual, a matéria elementar primitiva. É altamente influenciável pelo pensamento (que é uma forma de energia), podendo se modificar, assumir formas e propriedades particulares. A ação do Pensamento Divino sobre o fluido universal deu origem às nebulosas, aos sistemas estelares, aos planetas e astros. É nessa matéria fluídica que o Criador executa o plano existencial. O fluido universal preenche todo o espaço existente entre os mundos. Por meio dele viajam as ondas do pensamento, do mesmo modo que as ondas sonoras se projetam na camada atmosférica.
Em torno dos planetas, o fluido universal apresenta-se modificado. A presença da vida no orbe impõe-lhe características especiais, pois que é alterado pela atividade mental dos habitantes. Assim, nos mundos mais primitivos, o fluido universal que os circunda apresenta-se escuro e pesado. Nos mundos mais civilizados, a atmosfera espiritual é mais leve e luminosa. Para melhor compreensão, pode-se dizer que esse princípio elementar tem dois estados distintos: o da imponderabilidade ou de eterização (estado normal primitivo), e o de ponderabilidade ou de materialização. Ao primeiro estado pertencem os fenômenos do mundo invisível e ao segundo os do mundo visível. Logicamente entre os dois pontos existem inúmeras formas intermediárias de transformação do fluido em matéria tangível. No estudo deste importante assunto poderemos entender a origem de muitas afeções do ser humano e os fundamentos da fluidoterapia, largamente empregada nos centros espíritas, na profilaxia e tratamento das enfermidades físicas e espirituais.
“No estado de eterizarão, o fluido universal não é uniforme; sem cessar de ser etéreo, passa por modificações tão variadas em seu gênero, e mais numerosas talvez, do que no estado de matéria tangível. Tais modificações constituem fluidos distintos que, se bem sejam procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais, e dão lugar aos fenômenos particulares do mundo invisível. Uma vez que tudo é relativo, esses fluidos têm para os Espíritos, que em si mesmo são fluídicos, uma aparência material quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados, e são para eles o que para nós são as substâncias do mundo terrestre; eles as elaboram, as combinam para produzir efeitos determinados como o fazem os homens com seus materiais, embora usando processos diferentes” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 3).
FLUIDO VITAL
Os Espíritos afirmam que uma das modificações mais importantes do fluido universal é o fluido vital. Ele é o responsável pela força motriz que movimenta os corpos vivos. Sem ele, a matéria é inerte. Podemos dizer que ele é responsável pela animalização da matéria, pois, segundo os Espíritos, a vida é resultado da ação de um agente sobre a matéria. Esse agente é o fluido vital. É ele que dá vida a todos os seres que o absorvem e assimilam. A matéria sem ele não tem vida assim como ele sem a matéria não é vida. Quando os seres orgânicos perdem a vitalidade, por ocasião da morte, a matéria se decompõe formando novos corpos e o fluido vital volta à massa, ao todo universal, para novas combinações e utilizações no Universo. Cada ser tem uma quantidade de fluido vital, de acordo com suas necessidades. As variações dependem de um série de fatores. Allan Kardec nos instrui sobre o assunto em O Livro dos Espíritos, pergunta 70:
“A quantidade de fluido vital não é a mesma em todos os seres orgânicos:
varia segundo as espécies e não é constante no mesmo indivíduo, nem nos vários indivíduos de uma mesma espécie. Há os que estão, por assim dizer, saturados de fluido vital, enquanto outros o possuem apenas em quantidade suficiente. É por isso que uns são mais ativos, mais enérgicos, e de certa maneira, de vida superabundante.
A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se incapaz de entreter a vida, se não for renovada pela absorção e assimilação de substâncias que o contêm.
O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que o tem em maior quantidade pode dá-lo ao que tem menos, e em certos casos fazer voltar uma vida prestes a extinguir-se”.
Estudando esses fundamentos à luz do Espiritismo, chegamos à compreensão de muitas coisas simples que nos pareciam complicadas e irreais, como por exemplo a citação de Moisés na Bíblia sobre a origem do homem. Diz ele: “ Deus formou o corpo do homem do limo da terra e lhe deu uma alma vivente à sua semelhança”. Ele estava certo, pois queria dizer que o corpo material era formado dos mesmos elementos que tinham servido para formar o pó da terra. A “alma vivente à sua semelhança” é o princípio inteligente ou espiritual retirado da essência divina, fazendo grande distinção entre o material e o espiritual.
O homem pode manter o equilíbrio de sua saúde vital através da alimentação, da respiração de ar não poluído e, acima disso, mantendo uma conduta mental sadia. O Princípio vital é a lei que rege a existência do fluido vital.
ATMOSFERA FLUÍDICA
“Os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 16).
Vimos que o pensamento exerce uma poderosa influência nos fluidos espirituais, modificando suas características básicas. Os pensamentos bons impõem-lhes luminosidade e vibrações elevadas que causam conforto e sensação de bem estar às pessoas sob sua influência. Os pensamentos maus provocam alterações vibratórias contrárias às citadas acima. Os fluidos ficam escuros e sua ação provoca mal estar físico e psíquico.
Pode-se concluir assim, que em torno de uma pessoa, de uma família, de uma cidade, de uma nação ou planeta, existe uma atmosfera espiritual fluídica, que varia vibratoriamente, segundo a natureza moral dos Espíritos envolvidos.
À atmosfera fluídica associam-se seres desencarnados com tendências morais e vibratórias semelhantes. Por esta razão, os Espíritos superiores recomendam que nossa conduta, nas relações com a vida, seja a mais elevada possível. Uma criatura que vive entregue ao pessimismo e aos maus pensamentos, tem em volta de si uma atmosfera espiritual escura, da qual aproximam-se Espíritos doentios. A angústia, a tristeza e a desesperança aparecem, formando um quadro físico-psíquico deprimente, que pode ser modificado sob a orientação dos ensinos morais de Jesus.
“A ação dos Espíritos sobre os fluidos espirituais tem conseqüências de importância direta e capital para os encarnados. Desde o instante em que tais fluidos são o veículo do pensamento; que o pensamento lhes pode modificar as propriedades, é evidente que eles devem estar impregnados das qualidades boas ou más, dos pensamentos que os colocam em vibração, modificados pela pureza ou impureza dos sentimentos” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 16).
À medida que cresce através do conhecimento, o homem percebe que suas mazelas, tanto físicas quanto espirituais, é diretamente proporcional ao seu grau evolutivo e que ele pode mudar esse estado de coisas, modificando-se moralmente. Aliando-se a boas companhias espirituais através de seus bons pensamentos, poderá estabelecer uma melhor atmosfera fluídica em torno de si e, consequentemente, do ambiente em que vive. Resumindo, todos somos responsáveis pelo estado de dificuldades morais que vive o planeta atualmente.
“Melhorando-se, a humanidade verá depurar-se a atmosfera fluídica em cujo meio vive, porque não lhe enviará senão bons fluidos, e estes oporão uma barreira à invasão dos maus. Se um dia a Terra chegar a não ser povoada senão por homens que, entre si, praticam as leis divinas do amor e da caridade, ninguém duvida que não se encontrem em condições de higiene física e moral completamente outras que as hoje existentes” - (Allan Kardec - Revista Espírita, Maio, 1867).
O PERISPÍRITO
Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual” - (Coríntios I, cap. 15, versículo 44). Sabe-se que a alma é revestida por um envoltório ou corpo fluídico, chamado perispírito, constituído das modificações do fluido universal. É, por assim dizer, uma condensação do fluido cósmico em redor do foco de inteligência ou alma, deduzindo-se daí que o corpo perispiritual e o corpo humano têm sua fonte no mesmo fluido, posto que sob dois estados diferentes. O perispírito, ou corpo astral, pode ser definido como um veículo intermediário entre o Espírito e a matéria. É o agente das sensações externas. Paulo de Tarso, na Bíblia, chamou-o corpo espiritual. O Espírito, quando encarnado, não age diretamente sobre os corpos materiais. Sua natureza abstrata não o permite. O perispírito é o laço que serve de elo entre ambos, pois, enquanto de um lado sofre a influência do pensamento, do outro exerce contato com a matéria. É o perispírito quem transmite as ordens conscientes e inconscientes do Espírito para a atuação do corpo físico. No sentido contrário, o corpo astral leva as sensações captadas pelo corpo físico à apreciação da alma. a) Constituição do perispírito O corpo espiritual é de natureza semimaterial, constituído de uma modificação do fluido universal do orbe onde o Espírito está encarnado. A estrutura do perispírito varia de mundo para mundo.
Quanto mais evoluído é o planeta, mais sutil é o corpo fluídico dos que nele vivem. O perispírito modifica-se de acordo com a evolução do Espírito. Isso se dá por causa da influência do pensamento da entidade, na estrutura molecular do corpo espiritual. Diz Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, pergunta 182: “À medida que o Espírito se purifica o corpo que o reveste aproxima-se igualmente da natureza espírita”.
O perispírito não é uma massa homogênea. Possui órgãos como o corpo físico e centros vitais, por onde são absorvidas as energias espirituais. Segundo as provas que certos Espíritos devem passar em suas encarnações, o corpo astral poderá exercer influência na formação do corpo carnal, dando origem a enfermidades ou anomalias orgânicas. O perispírito é altamente plasmável. Quando o Espírito está em liberdade, pode mudá-lo de forma pela ação da sua vontade. Esta propriedade explica as freqüentes referências às aparições de seres angelicais e demoníacos, narradas na história da humanidade.
As aparições de Espíritos são chamadas “materializações”. Nesses fenômenos, o que se vê é o perispírito da criatura manifesta e não o Espírito, como pensam alguns. b) Funções do perispírito Quando migra de um mundo para outro, o Espírito troca de perispírito como se trocasse de roupa, pois seu corpo espiritual é formado de uma variação do fluido universal, existente em torno do planeta onde encarna. O corpo fluídico reflete as experiências da entidade, mas não é a sede da memória. O perispírito registra as experiências vividas pela criatura e as envia ao “sensorium comune” do Espírito (que é o próprio Espírito), arquivo definitivo de todas as passagens da entidade pelo processo evolutivo. Sabe-se que os fluidos são o veículo do pensamento do Espírito e que este pode imprimir naqueles as características que lhe aprouver, com a força de sua vontade, exercendo sobre a matéria a ação resultante desta atuação. É através do perispírito que se dá essa ação na matéria. Funciona, portanto, como uma esponja que absorve do meio as emanações fluídicas boas ou más existentes nele. Deduz-se daí a origem de certos processos de enfermidades, como também compreende-se os mecanismos da cura através da fluidoterapia. O perispírito tem importante papel nos fenômenos psicológicos, fisiológicos e patológicos. Quando a Medicina humana der abertura aos conhecimentos da Ciência Espírita, ela abrirá novos horizontes para uma abordagem e um tratamento mais completos das moléstias orgânicas e psíquicas. O Espiritismo contribuirá com as técnicas de manipulação das energias para revitalizar o corpo astral e fornecerá elementos morais educativos, necessários ao equilíbrio definitivo do ser.
“O perispírito dos encarnados é de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, e por isso os assimila com facilidade, como a esponja se embebe de líquido. Esses fluidos têm sobre o perispírito uma ação tanto mais direta, quanto, por sua expansão e por sua irradiação, se confunde com eles” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 18
Projeto Reler
OS FLUÍDOS
“... e quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente. Mas Deus dá o corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado. Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra a dos animais, outra a das aves, outra a dos peixes. Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais e outra, a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra a glória da lua, outra a das estrelas; porque até entre as estrelas há diferenças de esplendor” - (I Coríntios, cap. 15 - 37 a 41).
CONSIDERAÇÕES
Um dos grandes mistérios que a Ciência humana procura esclarecer é o da existência de uma matéria básica universal, capaz de servir como ponto de partida para a origem dos elementos físicos conhecidos. Embora pesquisadores em todo o mundo tenham se empenhado no estudo da estrutura íntima dos átomos, ainda não se conseguiu encontrar esse elemento básico primitivo. Acredita-se que o Universo, em seu lado material, tenha uma idade calculada aproximadamente entre 9 e 16 bilhões de anos. Estudos modernos afirmam que no princípio todos os elementos materiais estavam reunidos num só “ponto”, sob uma pressão incalculável. Num dado momento, esse ponto teria explodido, dispersando matéria pelo espaço, dando origem às nebulosas, aos sistemas estelares, aos planetas e aos astros. O Universo, de acordo com a física moderna, continua a se expandir e não se sabe até quando continuará neste processo. A Ciência entende que, encontrando o elemento material primitivo, estaria frente à solução de muitos mistérios sobre a origem das coisas. No século XIX, quando começaram as manifestações dos Espíritos, eles revelaram uma teoria onde explicavam de forma racional a origem das coisas materiais e espirituais. Diziam que havia por toda a Criação um elemento primitivo etéreo, denominado “fluido universal”, e que todos os elementos materiais conhecidos seriam formas modificadas deste fluido. Alguns cientistas no passado pesquisaram a matéria básica, também denominada “éter”, mas não conseguiram convencer os meios científicos de sua existência. A Ciência não podia compreender a presença, no espaço, de uma matéria tão sutil que não fosse detectada pelos instrumentos existentes. O Espiritismo, através dos fenômenos de efeitos físicos, demonstrou a existência do fluido universal, base de todos os elementos materiais.
FLUIDO UNIVERSAL
O fluido universal é a matéria básica fundamental de todo o Universo material e espiritual, a matéria elementar primitiva. É altamente influenciável pelo pensamento (que é uma forma de energia), podendo se modificar, assumir formas e propriedades particulares. A ação do Pensamento Divino sobre o fluido universal deu origem às nebulosas, aos sistemas estelares, aos planetas e astros. É nessa matéria fluídica que o Criador executa o plano existencial. O fluido universal preenche todo o espaço existente entre os mundos. Por meio dele viajam as ondas do pensamento, do mesmo modo que as ondas sonoras se projetam na camada atmosférica.
Em torno dos planetas, o fluido universal apresenta-se modificado. A presença da vida no orbe impõe-lhe características especiais, pois que é alterado pela atividade mental dos habitantes. Assim, nos mundos mais primitivos, o fluido universal que os circunda apresenta-se escuro e pesado. Nos mundos mais civilizados, a atmosfera espiritual é mais leve e luminosa. Para melhor compreensão, pode-se dizer que esse princípio elementar tem dois estados distintos: o da imponderabilidade ou de eterização (estado normal primitivo), e o de ponderabilidade ou de materialização. Ao primeiro estado pertencem os fenômenos do mundo invisível e ao segundo os do mundo visível. Logicamente entre os dois pontos existem inúmeras formas intermediárias de transformação do fluido em matéria tangível. No estudo deste importante assunto poderemos entender a origem de muitas afeções do ser humano e os fundamentos da fluidoterapia, largamente empregada nos centros espíritas, na profilaxia e tratamento das enfermidades físicas e espirituais.
“No estado de eterizarão, o fluido universal não é uniforme; sem cessar de ser etéreo, passa por modificações tão variadas em seu gênero, e mais numerosas talvez, do que no estado de matéria tangível. Tais modificações constituem fluidos distintos que, se bem sejam procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais, e dão lugar aos fenômenos particulares do mundo invisível. Uma vez que tudo é relativo, esses fluidos têm para os Espíritos, que em si mesmo são fluídicos, uma aparência material quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados, e são para eles o que para nós são as substâncias do mundo terrestre; eles as elaboram, as combinam para produzir efeitos determinados como o fazem os homens com seus materiais, embora usando processos diferentes” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 3).
FLUIDO VITAL
Os Espíritos afirmam que uma das modificações mais importantes do fluido universal é o fluido vital. Ele é o responsável pela força motriz que movimenta os corpos vivos. Sem ele, a matéria é inerte. Podemos dizer que ele é responsável pela animalização da matéria, pois, segundo os Espíritos, a vida é resultado da ação de um agente sobre a matéria. Esse agente é o fluido vital. É ele que dá vida a todos os seres que o absorvem e assimilam. A matéria sem ele não tem vida assim como ele sem a matéria não é vida. Quando os seres orgânicos perdem a vitalidade, por ocasião da morte, a matéria se decompõe formando novos corpos e o fluido vital volta à massa, ao todo universal, para novas combinações e utilizações no Universo. Cada ser tem uma quantidade de fluido vital, de acordo com suas necessidades. As variações dependem de um série de fatores. Allan Kardec nos instrui sobre o assunto em O Livro dos Espíritos, pergunta 70:
“A quantidade de fluido vital não é a mesma em todos os seres orgânicos:
varia segundo as espécies e não é constante no mesmo indivíduo, nem nos vários indivíduos de uma mesma espécie. Há os que estão, por assim dizer, saturados de fluido vital, enquanto outros o possuem apenas em quantidade suficiente. É por isso que uns são mais ativos, mais enérgicos, e de certa maneira, de vida superabundante.
A quantidade de fluido vital se esgota. Pode tornar-se incapaz de entreter a vida, se não for renovada pela absorção e assimilação de substâncias que o contêm.
O fluido vital se transmite de um indivíduo a outro. Aquele que o tem em maior quantidade pode dá-lo ao que tem menos, e em certos casos fazer voltar uma vida prestes a extinguir-se”.
Estudando esses fundamentos à luz do Espiritismo, chegamos à compreensão de muitas coisas simples que nos pareciam complicadas e irreais, como por exemplo a citação de Moisés na Bíblia sobre a origem do homem. Diz ele: “ Deus formou o corpo do homem do limo da terra e lhe deu uma alma vivente à sua semelhança”. Ele estava certo, pois queria dizer que o corpo material era formado dos mesmos elementos que tinham servido para formar o pó da terra. A “alma vivente à sua semelhança” é o princípio inteligente ou espiritual retirado da essência divina, fazendo grande distinção entre o material e o espiritual.
O homem pode manter o equilíbrio de sua saúde vital através da alimentação, da respiração de ar não poluído e, acima disso, mantendo uma conduta mental sadia. O Princípio vital é a lei que rege a existência do fluido vital.
ATMOSFERA FLUÍDICA
“Os maus pensamentos corrompem os fluidos espirituais, como os miasmas deletérios corrompem o ar respirável” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 16).
Vimos que o pensamento exerce uma poderosa influência nos fluidos espirituais, modificando suas características básicas. Os pensamentos bons impõem-lhes luminosidade e vibrações elevadas que causam conforto e sensação de bem estar às pessoas sob sua influência. Os pensamentos maus provocam alterações vibratórias contrárias às citadas acima. Os fluidos ficam escuros e sua ação provoca mal estar físico e psíquico.
Pode-se concluir assim, que em torno de uma pessoa, de uma família, de uma cidade, de uma nação ou planeta, existe uma atmosfera espiritual fluídica, que varia vibratoriamente, segundo a natureza moral dos Espíritos envolvidos.
À atmosfera fluídica associam-se seres desencarnados com tendências morais e vibratórias semelhantes. Por esta razão, os Espíritos superiores recomendam que nossa conduta, nas relações com a vida, seja a mais elevada possível. Uma criatura que vive entregue ao pessimismo e aos maus pensamentos, tem em volta de si uma atmosfera espiritual escura, da qual aproximam-se Espíritos doentios. A angústia, a tristeza e a desesperança aparecem, formando um quadro físico-psíquico deprimente, que pode ser modificado sob a orientação dos ensinos morais de Jesus.
“A ação dos Espíritos sobre os fluidos espirituais tem conseqüências de importância direta e capital para os encarnados. Desde o instante em que tais fluidos são o veículo do pensamento; que o pensamento lhes pode modificar as propriedades, é evidente que eles devem estar impregnados das qualidades boas ou más, dos pensamentos que os colocam em vibração, modificados pela pureza ou impureza dos sentimentos” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 16).
À medida que cresce através do conhecimento, o homem percebe que suas mazelas, tanto físicas quanto espirituais, é diretamente proporcional ao seu grau evolutivo e que ele pode mudar esse estado de coisas, modificando-se moralmente. Aliando-se a boas companhias espirituais através de seus bons pensamentos, poderá estabelecer uma melhor atmosfera fluídica em torno de si e, consequentemente, do ambiente em que vive. Resumindo, todos somos responsáveis pelo estado de dificuldades morais que vive o planeta atualmente.
“Melhorando-se, a humanidade verá depurar-se a atmosfera fluídica em cujo meio vive, porque não lhe enviará senão bons fluidos, e estes oporão uma barreira à invasão dos maus. Se um dia a Terra chegar a não ser povoada senão por homens que, entre si, praticam as leis divinas do amor e da caridade, ninguém duvida que não se encontrem em condições de higiene física e moral completamente outras que as hoje existentes” - (Allan Kardec - Revista Espírita, Maio, 1867).
O PERISPÍRITO
Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual” - (Coríntios I, cap. 15, versículo 44). Sabe-se que a alma é revestida por um envoltório ou corpo fluídico, chamado perispírito, constituído das modificações do fluido universal. É, por assim dizer, uma condensação do fluido cósmico em redor do foco de inteligência ou alma, deduzindo-se daí que o corpo perispiritual e o corpo humano têm sua fonte no mesmo fluido, posto que sob dois estados diferentes. O perispírito, ou corpo astral, pode ser definido como um veículo intermediário entre o Espírito e a matéria. É o agente das sensações externas. Paulo de Tarso, na Bíblia, chamou-o corpo espiritual. O Espírito, quando encarnado, não age diretamente sobre os corpos materiais. Sua natureza abstrata não o permite. O perispírito é o laço que serve de elo entre ambos, pois, enquanto de um lado sofre a influência do pensamento, do outro exerce contato com a matéria. É o perispírito quem transmite as ordens conscientes e inconscientes do Espírito para a atuação do corpo físico. No sentido contrário, o corpo astral leva as sensações captadas pelo corpo físico à apreciação da alma. a) Constituição do perispírito O corpo espiritual é de natureza semimaterial, constituído de uma modificação do fluido universal do orbe onde o Espírito está encarnado. A estrutura do perispírito varia de mundo para mundo.
Quanto mais evoluído é o planeta, mais sutil é o corpo fluídico dos que nele vivem. O perispírito modifica-se de acordo com a evolução do Espírito. Isso se dá por causa da influência do pensamento da entidade, na estrutura molecular do corpo espiritual. Diz Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, pergunta 182: “À medida que o Espírito se purifica o corpo que o reveste aproxima-se igualmente da natureza espírita”.
O perispírito não é uma massa homogênea. Possui órgãos como o corpo físico e centros vitais, por onde são absorvidas as energias espirituais. Segundo as provas que certos Espíritos devem passar em suas encarnações, o corpo astral poderá exercer influência na formação do corpo carnal, dando origem a enfermidades ou anomalias orgânicas. O perispírito é altamente plasmável. Quando o Espírito está em liberdade, pode mudá-lo de forma pela ação da sua vontade. Esta propriedade explica as freqüentes referências às aparições de seres angelicais e demoníacos, narradas na história da humanidade.
As aparições de Espíritos são chamadas “materializações”. Nesses fenômenos, o que se vê é o perispírito da criatura manifesta e não o Espírito, como pensam alguns. b) Funções do perispírito Quando migra de um mundo para outro, o Espírito troca de perispírito como se trocasse de roupa, pois seu corpo espiritual é formado de uma variação do fluido universal, existente em torno do planeta onde encarna. O corpo fluídico reflete as experiências da entidade, mas não é a sede da memória. O perispírito registra as experiências vividas pela criatura e as envia ao “sensorium comune” do Espírito (que é o próprio Espírito), arquivo definitivo de todas as passagens da entidade pelo processo evolutivo. Sabe-se que os fluidos são o veículo do pensamento do Espírito e que este pode imprimir naqueles as características que lhe aprouver, com a força de sua vontade, exercendo sobre a matéria a ação resultante desta atuação. É através do perispírito que se dá essa ação na matéria. Funciona, portanto, como uma esponja que absorve do meio as emanações fluídicas boas ou más existentes nele. Deduz-se daí a origem de certos processos de enfermidades, como também compreende-se os mecanismos da cura através da fluidoterapia. O perispírito tem importante papel nos fenômenos psicológicos, fisiológicos e patológicos. Quando a Medicina humana der abertura aos conhecimentos da Ciência Espírita, ela abrirá novos horizontes para uma abordagem e um tratamento mais completos das moléstias orgânicas e psíquicas. O Espiritismo contribuirá com as técnicas de manipulação das energias para revitalizar o corpo astral e fornecerá elementos morais educativos, necessários ao equilíbrio definitivo do ser.
“O perispírito dos encarnados é de natureza idêntica à dos fluidos espirituais, e por isso os assimila com facilidade, como a esponja se embebe de líquido. Esses fluidos têm sobre o perispírito uma ação tanto mais direta, quanto, por sua expansão e por sua irradiação, se confunde com eles” - (Allan Kardec - A Gênese, cap. XIV, item 18
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