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transcendendo.......

O silêncio fala mais que mil palavras. O silêncio enche o ar de vibrações que nenhum som é capaz de produzir. Quando nos quedamos diante de nós mesmos e deixamos que a nossa alma flua, não necessitamos de palavras. O silêncio, que a tudo imobiliza, inunda o coração e fala por nós. Por mais que as palavras sejam maravilhosas, as rimas por vezes se quebram e se transformam em soluços. Então, o silêncio pode ser a máxima expressão do nosso íntimo. (Lisieux)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


O Poder do Mito

por

Joseph Campbell


Seleção, resumo e adaptação de Carlos Guimarães

 

 


Por que mitos? Por que nos importarmos com eles? O que eles têm a ver com nossas vidas?


Um de nossos problemas, hoje em dia, é que não estamos familiarizados com a literatura do espírito. Estamos interessados nas notícias do dia e nos problemas práticos do momento. Antigamente, o campus de uma universidade era uma espécie de área hermeticamente fechada, onde as notícias do dia não se chocavam com a atenção que você era estimulado a ter em se dedicar à vida interior, no aprender, e onde não se misturava com a magnífica herança humana que recebemos de Platão, o Buda, Goethe e outros, que falam de valores eternos e que dão o real sentido à vida.

As literaturas grega e latina e a Bíblia costumavam fazer parte da educação de toda gente. Tendo sido surprimidas, em prol de uma educação concorde com uma sociedade industrial, onde o máximo que se exige é a disciplina para um mercado de trabalho mecanicista, toda uma tradição de informação mitológica do ocidente se perdeu. Muitas histórias se conservavam na mente das pessoas, dando uma certa perspectiva naquilo que aconteciam em suas vidas. Com a perda disso, por causa dos valores pragmáticos de nossa sociedade industrial, perdemos efetivamente algo, porque não posuímos nada para por no lugar. Essas informações, proveninetes de tempos antigos, têm a ver com os temas que sempre deram sustentação à vida humana, construíram civilizações e formaram religiões através dos séculos, e têm a ver com os profundos problemas interiores, com os profundos mistérios, com os profundos limiares de nossa travessia pela vida, e se você não souber o que dizem os sinais deixados por outros ao longo do caminho, terá de produzi-los por conta própria.

Quer dizer que contamos histórias para tentar entrar em contato com o mundo, para nos adaptarmos à realidade?

Sim. Por exemplo, grandes romances podem ser excepcionalmente instrutivos, porque a única maneira de você descrever verdadeiramente o ser humano é através de suas imperfeições. O ser humano perfeito é desinteressante. As imperfeições da vida, por serem nossas, é que são apreciáveis. E, quando lança o dardo de sua palavra verdadeira, o escritor fere. Mas o faz com amor. É o que Thomas Mann chamava "ironia erótica", o amor por aquilo que você está matando com a sua palavra cruel. Aquilo que é humano é que é adorável. É por essa razão que algumas pessoas têm dificuldade de amar a Deus; nele não há imperfeição alguma. Você pode sentir reverência, respeito e temor, mas isso não é amor. É o Cristo na cruz, pedindo ao Pai que afaste seu cálice de sofrimento, e que chora por Lázaro morto, que desperta nosso amor.

Aquilo que os seres humanos têm em comum se revela nos mitos. Eles são histórias de nossa vida, de nossa busca da verdade, da busca do sentido de estarmos vivos. Mitos são pistas para as potencialidades espirituais da vida humana, daquilo que somos capazes de conhecer e experimentar interiormente. O mito é o relato da experiência de vida.
A mente racional, analítica, o lado esquerdo do cérebro se ocupa do sentido, da razão das coisas. Qual é o sentido de uma flor? Dizem que um dia perguntaram isso ao Buda, e ele simplesmente colheu uma flor e a deu ao seu interlocutor. Apenas um homem compreendera o que Buda queria demonstrar. Racionalmente, não fazia sentido esse gesto. Ora, mas podemos fazer a mesma pergunta para algo maior: qual é o sentido do universo? Ou qual o sentido de uma pulga? A única resposta realmente válida está exatamente alí, no existir. Qualquer formulação racional nos dá uma idéia linear da coisa, mas mata a beleza da coisa em si. Estamos tão empenhados em realizar determinados feitos, com o propósito de atingir objetivos de um outro valor, linear e longe da vibração da vida, que nos esquecemos de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta. É por isso que as grandes questões filosóficas, embora sejam de fundamental importância para todos, acabam sendo a preocupação de apenas uma ínfima minoria da população. Eles esqueceram de que o valor genuíno, o prodígio de estar vivo, é o que de fato conta, e preferem se acomodar aos papeis de uma vida burguesa e adaptada ao sistema capitalista, deixando que outros, atualmente os políticos e os cientístas, tomem as decisões mais complexas por eles. Mas todos já foram crianças curiosas, não foram? A curiosidade infantil é a mesma curiosidade do filósofo. Cristo está certo quando fala que só "quem se faz como um destes pequeninos, entrará no Reino dos céus". Bom, e como podemos resgatar um pouco de nosso grande potencial humano? Lendo mitos. Eles ensinam que você pode se voltar para dentro. Busque-os e você começa a entender as suas mensagens. Leia mitos de outros povos, pois lendo mitos alheios você começara a perceber que alguns enredos são universais. Por exemplo, a lenda do Graal. A busca dos caveliros do Rei Arthur pelo Graal representa o caminho espiritual que devemos fazer e que se estende entre pares de opostos, entre o perigo e a bem-aventurança, entre o bem e o mal, pois não há nada de importante na vida que não exija sacrifícios e algum perigo.

O tema da história do Graal diz que a terra está devastada, e só quando o Graal for reencontrado poderá haver a cura da terra. E o que caracteriza a terra devastada? É a terra em que todos vivem uma vida inautêntica, fazendo o que os outros fazem, fazendo o que são mandados fazer, desprovidos de coragem para uma vida própria. Esquecem-se que são seres únicos, cada indivídiuo sendo uma pessoa diferente das demais. A beleza de uma terra rica está exatamente na convivência dos diferentes, não na mistura deles. Se temos um lugar ou uma era em que todos se alienam e fazem a mesma coisa, temos a terra devastada: "Em toda a minha vida nunca fiz o que queria, sempre fiz o que me mandaram fazer".

O Graal se torna aquilo que é logrado e conscientizado por pessoas que viveram suas próprias vidas. O Graal representa (simboliza) o receptáculo das realizações das mais altas potencialidades da consciência humana.

O rei que incialmente cuidava do Graal, por exemplo, era um jovem adorável, mas que, por ainda ser muito jovem e cheio de anseios de vida, acabou por tomar atitudes que não se coadunavam com a posição de rei do Graal. Ele partiu do castelo com o grito de guerra "Amor!", o que é próprio da juventude, mas que não se coaduna com a condição de ser rei do Graal. Ele parte do castelo e, quando cavalgava, um muçulmano, um não cristão, surgiu da floresta (a floresta representando o nível desconhecido do nosso psiquismo). Ambos erguem as lanças e se atiram um contra o outro. A lança do rei Graal mata o pagão, mas a lança do pagão castra o rei Graal.

O que isto quer dizer é que a separação que os padres da igreja fizeram entre matéria e espírito (já que Jesus sempre se referia ao Reino como um campo em que um semeador saiu a semear, ou uma rede atirada ao mar, ou a uma festa de núpcias, ou sobre as aves do céu e os lírios do campo, está claro que esta divisão pré-cartesiana foi fruto da mentalidade patriarcal dos pais da igreja, não do Cristo), entre dinamismo da vida e o reino do espírito, entre a graça natural e a graça sobrenatural, na verdade castrou a natureza. E a mente européia, a vida européia, tem sido emasculada por essa separação. A verdadeira espiritualidade, que resultaria da união entre matéria e espírito, tal como era praticada pelos Druidas, foi morta. O que representava, então, o pagão? Era alguém dos subúrbios do Éden. Era um homem que veio da floresta, ou seja, da natureza mais densa, e na ponta de sua lança estava escrita a palavra "Graal". Isso quer dizer que a natureza aspira ao Graal. A vida espiritual é o buquê, o perfume, o florescimento e a plenitude da vida humana, e não uma virtude sobrenatural imposta a ela. Desse modo, os impulsos da natureza são sagrados e dão autenticidade à vida. Esse é o sentido do Graal: Natureza e espírito anseiam por se encontrar uma ou outro, numa atitude holística. E o Graal, procurado nestas lendas românticas, é a reunião do que tinha sido divido, o seu encontro simboliza a paz que advém da união.

O Graal que é encontrado se tornou o símbolo de uma vida autêntica, vivida de acordo com sua própria volição, de acordo com o seu próprio sistema de impulsos, vida que se move entre os pares de opostos, o bem e o mal, a luz e as trevas. Uma das versões da lenda do Graal começa citando um breve poema: "Todo ato traz bons e maus resultados". Todo ato na vida desencadeia pares de opostos em seus resultados. O melhor que temos há fazer é pender em direção da luz, na direção da harmonia entre estes pares, e que resulta da compaixão pelo sofrimento, que resulta de compreender o outro. É disso que trata o Graal. É isso o que Buda quis dizer por tomar o caminho do meio. É isso o que significa estar cruxificado entre o bom e o mal ladrão e ainda orar ao Pai...

Histórias ou contos de fadas são histórias com motivos mitológicos desenhadas especialmente para as crianças. Elas frequentemente falam de uma menininha no limiar da passagem da infância para a descoberta da sexualidade. É por isso que chapeuzinho vermelho veste uma capa vermelha. Algo nela exige, sem que ela queira, que ela faça o percurso pelo meio da floresta (nosso lar de origem, onde se esconde nossos instintos), até chegar à casa da vovó (a cultura tradicional que devemos respeitar). Chapeuzinho está em fase de transição. A capa vermelha lembra o sangue da menstruação. A jovem é algo muito atraente para o Lobo. Ainda hoje dizemos que um homem apaixonado e desejoso por uma mulher é um lobo. E ela não pode evitar de conversar com o Lobo no meio da caminho. O Lobo a atrai também. Na história original, chapeuzinho se transforma numa loba, ela sabe que a velha cultura repressora deve ser morta para que ela possa sentir o que deseja. Ela entende o sofrimento do lobo.
Uma outra históra semelhante é a da Bela Adormecida. Ao completar dezesseis anos, a princesa parece hesitar diante da crise da passagem da infância à idade adulta e se sente atraída a furar o dedo na roca que a fará adormecer. Enquanto dorme, o príncipe ultrapassa todas as barreiras que ela, sem querer, levantou contra a sua maturação e vem oferecer a ela uma boa razão para aceitar crescer. O beijo mostra que crescer, ao final de contas, tem seu lado agradável. Todas aquelas histórias coletadas pelos irmãoes Grimm representam a menininha paralisada. Todas aquelas matanças de dragões e travessias de limiares têm a ver com a ultrapassagem da paralização, com a superação dos demônios internos.

Os rituais das "primitivas" cerimônias de iniciação têm sempre uma base mitológica e se relacionam ou à eliminação do ego infantil quando vem à tona o adulto, ou visa à por a prova o iniciado aos próprios medos e demônios internos. No primeiro caso, a coisa é mais dura para o menino, já que para a menina a passagem se dá naturalmente. Ela se torna mulher quer queira ou não, mas o menino, primeiro, tem de se separar da própria mãe, encontrar energia em si mesmo, e depois seguir em frente. É disso que trata o mito do "Jovem, vá em busca de seu pai". Na Odisséia, Telêmaco vive com a mãe. Quando completa vinte anos, Atena vem a ele e diz: "Vá em busca de seu pai". Este é o tema em todas as histórias. Às vezes é um pai místico, mas às vezes, como na Odisséia, é o pai físico.

O tema fundamental nos mitos é e sempre será a da busca espiritual. Vemos que nas vidas dos grandes Mestres espirituais da Humanidade sempre nascem lendas e mitos ligados a eles, figuras históricas reais. A história real de Jesus, por exemplo, parece representar uma proeza heróica universal. Primeiro, ele atinge o limite da consciência do seu tempo, quando vai à João Batista para ser batizado. Depois, ultrapassa o limiar e se isola no deserto, por quarenta dias. Na tradição judáica, o número 40 é mitologicamente significativo. Os filhos de Israel passaram quarenta anos no cativeiro, Jesus passou quarenta dias no deserto. No deserto, Jesus sofreu três tentações. Primeiro, a tentação econômica, quando o Diabo diz: "Você parece faminto, meu jovem! Por que não transformar estas pedras em pão?" Depois vem a tentação política. Jesus é levado ao topo da montanha, de onde avista as nações do mundo, e o Diabo diz: "Tudo isto te darei, se me adorares", que vem a ser uma lição, ainda não compreendida hoje, sobre o quanto custa ser um político bem-sucedido. Jesus recusa. Finalmente o Diabo diz: "Pois bem, já que você é tão espiritual, vamos ao topo do templo de Herodes e atira-te lá embaixo. Deus o acudirá e você não ficará sequer machucado". Isto é conhecido como enfatuação espiritual. Eu sou tão espiritual que estou acima das preocupações da carne e acima deste mundo. Mas Jesus é encarnado, não é? Então ele diz: "Você não tentará o senhor, teu Deus". Essas são as três tentações de Cristo, tão relevantes hoje quanto no ano 30 de nossa era.

O Buda, também, se dirige à floresta e lá entretem conversações com os gurus da época. Então ultrapassa-os e, após um período de provações e de busca, chega à árvore boddhi, a árvore da iluminação, onde igualmente enfrenta três tentações (isso quinhentos anos antes de Cristo). A primeira tentação é a da luxúria, a segunda, a do medo e a terceira, a da submissão à opinião alheia.

Na primeira tentação, o Senhor da Luxúria exibe suas três belíssimas filhas diante de Sidarta. Seus nomes são Desejo, Satisfação e Arrependimento - passado, presente e futuro. Mas o Buda, que já se havia libertado do apego a toda a sensualidade, não se comoveu.

Então o Senhor da Luxúria se transformou no senhor da Morte e lançou contra Sidarta, o Buda, todas as armas de um exército de monstros. Se Sidarta se apavorar, todas as armas se materializariam. Mas o Buda tinha encontrado em si mesmo aquele ponto imóvel, interior, o self, como diria Jung, que pertence à eternidade, intocado pelo tempo. Uma vez mais não se comoveu e as armas atiradas se transformaram em flores de reverência.

Finalmente, o Senhor da Luxúria e da Morte se transformou no temível Senhor dos Deveres Sociais, e perguntou: "Meu jovem, você não leu os jornais da manhã de hoje? Não sabe o que há para ser feito?" A resposta do Buda foi simplesmente tocar o chão com as pontas dos dedos da sua mão direita. Então a voz da deusa-mãe/deus-pai do universo se fez ouvir no horizonte, dizendo: "Este aqui é meu filho amado, e já se doou de tal forma ao mundo que não há mais ninguém aqui a quem dar ordens. Desista dessa insensatez." Enquanto isso, o elefante, no qual estava o Senhor dos Deveres Sociais, curva-se em reverência ao Buda e toda a côrte do Antagonista se dissolveu, como num sonho. Naquela noite, o Buda atigiu a iluminação e permaneceu no mundo, pelos cinqüenta anos seguintes, ensinando o caminho da extinção dos grilhões do egoísmo.

Pois bem, as duas primeiras tentações - a do desejo e a do medo - são as mesmas que Adão e Eva parecem ter experimentado, de acordo com o extraordinário quadro de Ticiano, concebido quando o pintor estava com noventa e quatro anos de idade. A árvore é o mitológico aix mundi, aquele ponto em que tempo e eternidade, movimento e repouso, são um só, e ao redor do qual revolvem todas as coisas. Ela aparece alí, representada apenas em seu aspecto temporal, como a árvore do conhecimento do bem e do mal, ganho e perda, desejo e medo. À direita está Eva, que vê o Tentador sob a forma de uma criança, oferecendo-lhe a maçã, e ela é movida pelo desejo. Adão, do lado oposto, vê os pés monstruosos do tentador ambicioso, e é movido pelo medo. Desejo e medo: eis as duas emoções pelas quais é governada toda a vida na terrra. O desejo é a isca, a morte é o arpão.

Adão e Eva se deixaram tocar; o Buda, não. Adão e Eva deram origem à vida e foram estigmatizados por Deus; o Buda ensionou a libertar-se do medo de viver.

No filme de Geoge Lucas, Guerra nas Estrelas o vilão Darth Vader representa uma figura arquetípica. Ele é um monstro porque não desenvolveu a própria humanidade. Quando ele retira a sua máscara, o que vemos é um rosto informe, de alguém que não se desenvolveu como indivíduo humano. Ele é um robô. É um burocrata, vive não nos seus próprios termos, mas nos termos de um sistema imposto. Este é o pergio que hoje enfrentamos, como ameaça às nossas vidas. O sistema vai conseguir achatá-lo e negar a sua própria humanidade, ou você conseguirá utilizar-se dele para atingir seus propósitos humanos? Como se relacionar com o sistema de modo a não o ficar servindo compulsivamente? O que é preciso é aprender a viver no tempo que nos coube viver, como verdadeiros seres humanos. E isso pode ser feito mantendo-se fiel aos próprios ideais, como Luke Skywalker no filme, rejeitando as exigências impessoais com que o sistema pressiona. Ainda que você seja bem sucedido na vida, pense um pouco: Que espécie de vida é essa? Que tipo de sucesso é esse que o obrigou a nunca mais fazer nada do que quis, em toda a sua vida? Vá aonde seu corpo e a sua alma desejam ir. Não deixem que escolham por você. Quando você sentir que encontrou um caminho, que é por alí, então mantenha-se firme no caminho que você escolheu, e não deixe ninguém desvia-lo dele.

Você poderá dizer: "isso é ótimo para a imaginação de um George Lucas ou para as teorias de um Joseph Campbell, mas não é o que acontece em minha vida".

Errdo! Você pode apostar que acontece, sim - e se a pessoa não for capaz de reconhece-lo, isso poderá transforma-lo num Darth Vader. Se o indivíduo insiste num determinado programa e não dá ouvidos ao próprio coração, corre o risco de um colapso esquizofrênico. Tal pessoa colocou-se a si mesma fora do centro, alistou-se num programa de vida que não é, em absoluto, aquilo em que o corpo está interessado. O mundo está cheio de pessoas que deixaram de ouvir a si mesmos, ou ouviram apenas os outros, sobre o que deviam fazer, como deviam se comportar e quais os valores segundo os quais deveriam viver. Mas qualquer um tem potencialidade para correr e salvar uma criança. Está no interior de cada um a capacidade de reconhecer os valores da vida, para além da preservação do corpo e das ocupações do dia-a-dia.

Os mitos estimulam a tomada de consciência da sua perfeição possível, a plenitude da sua força, a introdução da luz solar no mundo. Destruir monstros é destruir coisas sombrias. Os mitos o apanham, lá no fundo de você mesmo. Quando menino, você os encara de um modo. Mais tarde, os mitos lhe dizem mais e mais e muito mais. Quem quer que tenha trabalhado seriamente com idéias religiosas ou míticas sabe que, quando crianças, nós as aprendemos num certo nível, mas depois outros níves se revelam. Os mitos estão muito perto do inconsciente coletivo, e por isso são infinitos na sua revelação.

Joseph Campbell


Bibliografia Sugerida


Recomendo enfáticamente a leitura do livro:

O Poder do Mito, de Joseph Campbell, Editora Palas Athena, São Paulo, 1990.

Postado por Liliam Padilha Ferreira às 23:33 0 comentários

NOVAMENTE DR ALIRIO

Algumas Previssas de Sonhos e Espiritualidade

Alírio de Cerqueira Filho

O sonho costuma ser apresentado simbolicamente e/ou na linguagem da metáfora. A metáfora é a linguagem dominante da espiritualidade. Os sonhos proporcionam dados holísticos em forma metafórica para as escolhas e as decisões que o Ser desperto - a parte da nossa personalidade encarregada de fazer escolhas - será chamado a fazer e a tomar.
Entre outras coisas, o sonho é um evento espiritual. Muitos chamaram o sonho de "a voz da alma". Nossos sonhos apresentam simbolicamente as opções ao nosso alcance e ao alcance de outros - no nível do espírito humano.
O sonho pode proporcionar cura e totalidade. Em parte, o propósito do sonho consiste em pôr-nos em contacto com os nossos valores fundamentais. Ele pode envolver-nos em nosso próprio desenvolvimento e crescimento.
O sonho libera energia ou introvisão. Podemos trazer as introvisões do sonho para a nossa vida em estado de vigília e integrá-las nas escolhas que fazemos no nível consciente. Às vezes, a situação dos valores fundamentais do ego desperto é disfuncional ou conflitual. Quando isso acontece, é provável que o eu mais profundo (Ser Essencial) revele o problema em sonhos.
O sonho permite à nossa essência estabelecer uma relação com o eu consciente. O trabalho com os sonhos oferece um modo de construir e de utilizar uma linha de comunicação entre o ego e o eu interior mais profundo. Para Carl Jung, esse eu é o centro e o integrador de todas as experiências da vida, conscientes e inconscientes. Estabelecer uma relação entre o ego desperto e o eu interior talvez seja a nossa tarefa espiritual mais importante na busca da maturidade espiritual.
À luz do crescimento espiritual, o sonho é mais poderoso visto como pergunta do que visto como resposta. Em toda relação, uma pergunta convida muito mais eficazmente ao crescimento do que uma ordem, sobretudo na relação ego-eu. As perguntas evocam a consciência.
O sonho é incompleto sem o trabalho com o sonho. Na espiritualidade, o sonho é a dádiva; o trabalho com o sonho é o que fazemos com ela. Como dádiva, o sonho destina-se a ser aberto, utilizado e tratado com carinho. Uma vez que o sonho fala com freqüência uma linguagem universal e dispara introvisões em outros além do sonhador, acreditamos que a riqueza das suas dádivas pode, às vezes, ser mais plenamente reconhecida quando o trabalho com o sonho se faz com um parceiro ou num grupo que se propõe a esse trabalho. Não obstante, continua sendo tarefa do sonhador compreender a introvisão curativa do sonho.
Na busca do crescimento espiritual, o propósito dos sonhos e o trabalho com eles consiste em levar-nos a níveis mais altos de consciência - ou seja, à percepção mais ação apropriada.
O trabalho com os sonhos proporciona um modo de canalizar a energia e as percepções do sonho para a vida diária.
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 23:26 0 comentários

INSTITUTO BRASILEIRO DE PLENITUDE HUMANA

Culpa e Responsabilidade

Alírio de Cerqueira Filho
A culpa que sentimos é resultado de séculos de condicionamento dentro do pensamento judaico-cristão, aliás uma distorção do pensamento cristão, que intrinsecamente, não estabelecia a culpa e a punição como posteriormente acabou acontecendo. Por esse pensamento tudo o que fazemos e que não está dentro dos padrões rígidos dessa pseudomoral instituída é um pecado e deve ser punido violentamente. Durante séculos esse pensamento oriundo do judaísmo; do olho por olho, dente por dente, manipulado e distorcido pelas doutrinas "cristãs" por interesse próprio vem imperando dentro da cultura ocidental. Eu digo distorcido, pois se observarmos os Evangelhos, o Cristo jamais se referiu ao erro dessa forma como as várias religiões cristãs durante séculos pregaram, a do pecado e da punição por ele. Basta analisar as passagens na qual ele se refere a mulher adúltera, quando ele disse que atirasse a primeira pedra aquele que não tinha pecados, o momento de encontro com a mulher hemorroísa, a sua postura com Maria de Magdala e perceberemos que ele via o erro de uma maneira natural, fazendo parte das experiências de evolução do ser humano..
Mas infelizmente as suas palavras foram distorcidas e durante séculos este pensamento deturpado tem imperado, como ainda hoje, na cultura ocidental a ponto do mesmo ainda estar imerso no inconsciente coletivo da nossa cultura. Isso faz com que a culpa esteja impregnada em nós mesmos.
Analisemos as razões para isso, à luz da psicologia transpessoal. Esta ciência tem estudado inúmeras questões que tem atormentado o ser humano durante séculos as quais não se encontram explicações dentro da ciência materialista/reducionista. A explicação mais plausível para a culpa que muitas pessoas trazem e que são inexplicáveis no momento atual, pois estas não fizeram nada que justifique ou explique estas culpas é que elas cometeram estas ações pelas quais sentem culpa em seu passado espiritual. Pelos estudos que tem sido feito pelos pesquisadores no mundo inteiro a reencarnação é um fato. Isso explicaria estas culpas imensas que muitas vezes as pessoas sentem, sem razão aparente. Isso acontece devido a séculos passando por experiências, nas quais vivenciamos muito intensamente, este paradigma judáico-cristão distorcido. Por isso a culpa ainda persegue muita gente, mesmo quando temos tudo, teoricamente, para nos libertar dela.
O que fazer para se libertar da culpa? Só existe um caminho para libertar a nossa consciência; assumindo a responsabilidade pela nossa vida. É necessário refletir que o erro faz parte da evolução natural de todas as pessoas. Quando cometemos um erro, analisando-se aqui o erro, como sendo algo que contraria a lei de amor, isto é, uma atitude de desamor ou pseudo-amor, por nós mesmos ou a outras pessoas, a natureza, o cosmos. Muitas vezes dentro do paradigma judáico-cristão distorcido, muitas coisas que são tidas como erros ou pecados, não o são, dentro da lei de amor. Então quando cometemos um erro, estamos assumindo uma postura egóica. Esta atitude errada pode acontecer por ignorância ou por desprezo ao que é correto, que está dentro dos princípios da lei de amor. Toda atitude equivocada tem a sua conseqüência.
Torna-se fundamental para a libertação da culpa, que é uma atitude inconseqüente, pois não corrigimos com ela o erro cometido, assumir a responsabilidade pelo erro e buscar reparar as suas conseqüências. Com isso estaremos aprendendo com o erro e isso faz com que evoluamos, diferentemente da culpa e da punição que lhe é conseqüente, na qual a pessoa simplesmente se pune pelo erro e se acha uma vítima por tê-lo cometido, sem assumir o aprendizado dele decorrente.
Resumindo, todas as vezes que sentirmos culpa por algo que tenhamos feito ou que simplesmente nos achemos culpados mesmo que não haja uma razão aparente, é necessário refletir fazendo a nós mesmos estas perguntas: o que posso tirar de aprendizado desta experiência? como posso agir para reparar as conseqüências dos meus atos? Com isso estaremos assumindo a responsabilidade pela nossa vida e conquistando a nossa felicidade.
Outro efeito importante da meditação é a paz interior, um refúgio onde você pode escapar da turbulência do seu dia-a-dia. O hábito de meditar diariamente vai lhe ajudar a desligar-se do estresse e trará calma e energia para você enfrentar melhor os desafios que têm em sua vida.is
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 23:21 0 comentários

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PURA PSICOLOGIA TRANSPESSOAL

Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick


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A Caminho de Uma Psicologia
Matefísica






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Por Elisa Cóppola
O homem atual encontra-se perdido. É paradóxico, mas é assim.
Perdido para si mesmo como ser essencial e ontológico, sente se como asfixiado ao comprovar que muitas aspirações nobres do espírito são deixadas de lado por necessidades mais imperiosas. Isto o enche de mágoa e inconformismo, e é tão grande a insatisfação, que se torna preciso investigar suas causas com a intenção de superá la.
Se avalizarmos o transcorrer de sua vida no mundo atual, verificaremos que ela se dirige totalmente para o aspecto exterior. O enorme avanço da ciência aplicada e da tecnologia impulsionou, preponderantemente, a atividade criativa humana para conquistas materiais. A nossa era apresenta um crescimento vertiginoso quanto à cibernética e outros campos científicos. O resultado é um incontrolado desejo de poder e domínio sobre a natureza, o qual libertou a humanidade do determinismo imposto pela mesma, pois que, ao criar objetos de cultura, conseguiu vencer a maior parte dos obstáculos que o meio vital opunha ao seu desenvolvimento. Podemos afirmar que, na última metade de nosso século, o homem conquistou seu meio, seu ambiente, mas é nessa conquista que está também a causa de encontrar se perdido.
Qual a razão desse processo? Qual a causa da situação presente?
Isto aconteceu por haver ele dirigido sua ação para o exterior a partir de um falso conceito de si mesmo, do universo e da vida. Concebeu se separado do mundo e de Deus, um ente limitado e finito que, portanto, necessitava exercer domínio sobre a natureza para afirmar se, demonstrar se que era poderoso e assim, superar fraquezas e impotências. Partindo, pois, de uma concepção dualista é que começou essa luta pelo poder, na qual, inexoravelmente, está sempre em inferioridade. Ao julgar que a natureza é sua inimiga, tem duas opções: deixar se vencer e, conseqüentemente, sentir se frustrado; vencer, e, ao dominá la está perdendo, pois se aparta do meio natural ao qual pertence, sua vida torna se artificial, reprime seu instinto gregário e é privado de sua liberdade e de si próprio...
Urge, então, uma modificação profunda e radical da idéia homem/mundo/vida, que o conduza novamente ao seu SER. É imprescindível, para superar esse estado de angústia e descontentamento, deixar de sentir a natureza de maneira dual.









Desaparecendo a dualidade, cessa a tensão, pois passa se a compreender que tudo é UNO e que tudo se interpenetra. É mister uma mudança de concepção e, também, uma ciência que sirva de agente, ou seja, que proporcione os meios adequados; esta missão deve ser empreendida pela psicologia, não como uma corrente a mais, porém como uma área que englobe todas essas linhas de pensamentos psicológicos e que as ultrapasse: uma psicologia metafísica. Como deve estar constituída esta ciência e como deve operar praticamente o processo de liberação do homem? Partirá do conceito da unidade de todo, devendo, com técnicas apropriadas, levar à concientização da dita UNIDADE, despertando a consciência do SER. Gradualmente orientará o homem a fazer a diferenciação, no seu interior, daqueles aspectos falsos que provém do seu eu ilusório, num processo que irá do inconsciente ao consciente. Através da luz esclarecedora do Conhecimento, todos os temores, tensões e egoísmos desaparecerão, pois o Conhecimento é uma via de acesso ao Ser, isto é, ao próprio Ser, a captação de que "eu sou" e que "o Ser é em mim" .
O indivíduo que está unificado, que se conhece e se possui, pode empreender a segunda etapa deste processo: tomar consciência do Ser Universal e, por meio do amor, unir se com Ele. Por amor se desvanece a diferença; o amor une.
Eis aqui a verdadeira tarefa que uma psicologia metafísica deve pôr em execução, ajudando o homem a compreender sua unidade e a unidade de tudo. A fragmentação do eu é uma realidade de nosso presente; por isso, torna se uma necessidade imperiosa que psicólogos, pedagogos, filósofos, teóricos da educação e todos aqueles que sintam verdadeiro amor pela humanidade juntem seus esforços e desejos para que o caminho de reencontro ao Ser seja trilhado.


 
 
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 22:18 0 comentários
Marcadores: OUTONO

SENTIMENTOS

     Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
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Os Temperamentos
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                                                                                                 por: Pedro Sette Câmara
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Uma das mais importantes noções da astrologia tradicional é o temperamento. Hoje ele está esquecido, e, se é mencionado, aparece apenas como uma curiosidade ou como uma espécie de “tempero” da personalidade; mas, como diz o astrólogo inglês John Frawley, “conhecer o temperamento é como conhecer o tecido de que uma roupa é feita”, e um casaco de lã pode ser bem diferente de um casaco de couro, ainda que ambos sejam casacos. Muitas descrições contemporâneas dos signos solares “não batem” com as pessoas descritas justamente por desdenhar o temperamento. Por um lado, é perfeitamente possível descrever precisamente o que é ter o Sol em Gêmeos ou em Touro, mas é um pouco difícil fazer com que um leigo absoluto apreenda o simbolismo do Sol e como este planeta é “qualificado” por estar neste ou naquele signo. Por outro, uma coisa é falar de signos e outra coisa é falar de pessoas: o geminiano de um temperamento é bem diferente do geminiano de outro. Isto acontece porque o temperamento atua no nível mais básico de todos, que é o nível corpóreo. Não somos puras almas vagando em um mundo etéreo, como a leitura demasiada de livros de astrologia moderna pode levar a crer. Isto não quer dizer, também, que somos “apenas um corpo”, no sentido de que o corpo nos determina absolutamente. Como todos sabemos, o corpo nos condiciona e nos limita, e também nos abre possibilidades. Podemos ficar doentes; podemos encontrar no nosso corpo a compatibilidade com certas atividades. O estudo do temperamento nos mostra exatamente isto: desde as doenças às quais somos mais suscetíveis até o nosso modo básico de agir.
Neste artigo vamos olhar duas questões ligadas ao temperamento que têm sido muito relacionadas aos signos solares: a escolha de profissões compatíveis consigo, e as razões da compatibilidade ou da incompatibilidade entre as pessoas em relacionamentos amorosos. Muitas coisas ainda poderiam ser acrescentadas, mas por enquanto vamos apenas dar uma idéia geral, apenas como uma breve introdução ao tema.
Exatamente, cara leitora: sei que em cada revista feminina que você lê e em cada site que visita seus olhos correm logo para aquela seção de “compatibilidade astrológica”, onde estará respondida a pergunta das perguntas: “Será que meu signo combina com o dele?” Sei que sua expectativa é de que as estrelas lhe concedam um viagem com tudo pago à terra da felicidade; mas, seja a resposta positiva ou negativa, não se iluda: signos são signos e pessoas são pessoas - o signo frio e úmido de Escorpião, por exemplo, pode não ser grande apreciador do calor e da secura de Sagitário, mas isso não quer dizer que um escorpiano e uma sagitariana não possam viver felizes para sempre.
 


Enfim: se a relação entre seu signo solar e o dele tem um papel secundário na relação, o que é importante? É só pensarmos no seguinte: de que é feita uma relação? Antes de pensar em “amor”, “carinho” ou “amizade”, vamos a um ponto menos etéreo: a relação que você quer é feita de convivência. Por isso, a questão mais importante é saber se os dois são capazes de passar muito tempo juntos sem querer arrancar os cabelos um do outro nem um belo dia acordar com a impressão de que “você não é mais aquela pessoa por quem eu me apaixonei”, quando na verdade ninguém mudou.
Então, em vez de se perguntar “será que meu signo combina com o dele?”, você deveria se perguntar: “Será que meu temperamento combina com o dele?”, e a resposta irá muito além do entretenimento editorial, dizendo algo de concreto sobre a vida do casal. Como conhecer o próprio temperamento? Existem duas maneiras, uma enormemente precisa e outra nem tanto. A maneira precisa é pedir ao astrólogo que calcule seu temperamento a partir do seu mapa natal; este processo envolve muitas contas e pode levar um tempinho. A outra maneira é a seguinte: vamos examinar juntos descrições de cada um dos temperamentos e você pode ver qual deles é você. Depois falaremos um pouco sobre questões de compatibilidade.
Existem quatro temperamentos, derivados dos quatro elementos. Cada elemento é composto por duas qualidades, uma das quais predomina:
Temperamento - Elemento - Qualidade predominante
Colérico - Fogo - (quente e seco) - Calor
Melancólico - Terra - (fria e seca) - Secura
Sangüíneo - Ar - (quente e úmido) - Umidade
Fleumático - Água - (fria e úmida) - Frieza
É preciso dizer, antes de descrever os temperamentos, que todas as pessoas têm uma combinação destas qualidades, que pode estar próxima do equilíbrio ou pender sensivelmente para um temperamento específico. O mais comum, porém, é que as pessoas tenham um temperamento “predominante” e outro nem tanto, podendo ser classificadas como, por exemplo, “sangüíneo para colérico”, se tiver a umidade em primeiro lugar, depois o calor, e depois a secura. Também não se pode descartar a possibilidade de uma qualidade estar muito mais destacada do que as outras: assim, por exemplo, uma pessoa que tenha muita secura e pouco calor será colérica, mas o elemento seco irá de certo modo predominar - a pessoa teria, por exemplo, muita energia para concentrar-se em uma coisa só, o que pode ser facilitado ou dificultado por outros testemunhos do mapa natal.


Pedro Sette Câmara é astrólogo
matéria encontrada em http://portodoceu.terra.com.br
 
 
 


 
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 22:13 0 comentários

o carisma

BOLETIM IMAGICK   O Poder Carismático
 
                                                                           Foto: Arsenio Hypollito Junior
O que é carisma?
São tantas as coisas ditas sobre esse tal de carisma que muitas vezes nos perdemos numa confusão de definições herméticas, afirmações contraditórias e crenças preconceituosas.
Uns dizem que são dons naturais de liderança, outros acham que é uma condição especial de fazer milagres que certas pessoas tem, tem aquele que pensa que é um poder maligno enviado pelo próprio diabo, alguns acham que é um certo brilho que envolve uns poucos privilegiados por Deus...
Não querendo alongar esta lista, mas já alongando, vamos colocar aqui alguns dados esclarecedores:
Carisma consiste na habilidade de influir positivamente outras pessoas, conectando-se com elas de forma física, emocional e intelectual. Isto cria uma forma de cumplicidade explicita, uma relação gratificante para ambas partes, uma “conexão inspiradora” que  impulsiona e motiva.
Trata-se de um conjunto de “habilidades sociais”, que certos individuos possuem, que funcionam como ferramentas “facilitadoras” nas relações humanas e que tornam poderoso todo aquele bem-aventurado que o possuir. Coisas como sedução, liderança, fascínio...
É um magnetismo muito especial que emana do interior de seu possuidor, independente de sua posição social, do seu título profissional ou mesmo do dinheiro que tem guardado no banco, envolvendo os que estão ao seu lado de forma verdadeiramente contundente..
Uma pessoa carismática tem um forte domínio emocional sobre os demais.
São múltiplas as vantagens de se possuir uma personalidade carismática, entre elas:
Uma forte capacidade para influir e motivar as pessoas, projetando confiança e energia, despertando nelas um interesse sincero em aderir e colaborar com as metas que lhes são propostas.
Permite estabelecer fortes laços de empatía com os outros. Isto permite saber como pensam e qual a melhor maneira de dialogar com eles.
Carisma dá ao seu possuidor uma larga visão, permitindo que faça as melhores escolhas e fazendo com que os demais terminem por seguir sempre os seus passos.
A maioria das pessoas pensa que a única maneira de ser carismático é nascendo com o dom.
Pois bem... elas estão completamente erradas.
Com um pouco de intenção, com o treinamento o certo e com um trabalho bem direcionado é possível transformar qualquer sujeito medianamente inteligente num ser carismático.
Você gostaria de trilhar este apaixonante caminho? Você gostaria de ser um ser carismático?
Pois, aqui vai nossa primeira “dica”: Vá até um espelho, olhe-se profundamente. Então, perdoe-se de suas culpas, aprove-se, diga coisas bonitas para você mesmo (palavras de entusiasmo, elogio, amor e aceitação) e finalmente, olhando dentro de seus próprios olhos, sorria...
Sendo um ser carismático você poderá atrair para o seu ambiente pessoas otimistas, vencedoras e amorosas. Pessoas que tenham muito amor para trocar com você. Pessoas que se transformarão em grandes aliados em suas metas...
 Sendo um ser carismático sua auto-estima estará em alta e suas possibilidades de sucesso serão muito maiores.
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Postado por Liliam Padilha Ferreira às 22:02 0 comentários

NOSSA! QUE LEGAL,! GOSTEI MUITO....

Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick A Ciência da Intuição
Relatório do Departamento de Pesquisa da Universidade Rose-Croix
 
por: George F. Buletxa, Jn, Ph.D., F.R.C., Diretor de Pesquisas;
Myron S. Allen, Ph.D., Cientista Visitante da URC;
Mike Bukay, M.S., Membro da Equipe de Pesquisa;
e June Schaa, F.R.C., Membro da Equipe de Pesquisa
Através de seu estudo da intuição, o Rosacruz atinge a culminância do poder intelectual e espiritual. Os Rosacruzes aprendem que todo progresso importante, na vida das pessoas, depende da liberação e utilização de poderes intuitivos. Nenhuma descoberta notável, nenhum "insight", nenhum produto da criatividade, ocorreu exclusivamente como resultado de atividade mental objetiva. Experimentos de laboratório, bem como inúmeras entrevistas com cientistas, escritores, compositores e artistas, atestam o fato de que as soluções de problemas são obtidas somente após terem eles sido liberados para o subconsciente ou a função intuitiva da mente.
Claude M. Bristol e Harold Sherman, em seu livro: “T.N.T. O Poder Criativo Interior”, falam do costume de Thomas Alva Edison, de tirar uns cochilos enquanto trabalhava numa invenção. Quando ele se sentia bloqueado, após ter-se esforçado ao máximo, deitava num sofá e deixava-se adormecer. Dizia que sempre recebia mais algum esclarecimento sobre o seu problema
O psiquiatra alemão, Herbert Silberer, experimentou este processo, colocando-se num estado intermediário de consciência e tentando pensar num problema complicado, que não conseguira resolver no estado normal de vigília. Verificou que o problema complicado que estava considerando desaparecia de sua consciência e era substituído por um sugestivo conjunto de imagens simbólicas. Um problema contemplado por Silberer foi o seguinte: Se a intuição é universal, por que algumas pessoas têm a intuição de fazer uma coisa, enquanto outras têm a intuição de fazer outra coisa? Escreveu ele:
"Em estado de sonolência, contemplo um tema abstrato, como a natureza de critérios válidos para todo mundo . . . .Instala-se um conflito entre o pensamento ativo e a sonolência. Esta se toma suficientemente forte para desorganizar o pensamento normal e permitir, no estado de sono crepuscular assim produzido, a aparição de um fenômeno auto-simbólico. O conteúdo do meu pensamento imediatamente se apresenta sob forma de uma imagem perceptiva (por um instante, aparentemente real): Vejo um grande círculo (ou uma esfera transparente), no espaço, e pessoas com a cabeça dentro desse círculo. Este símbolo expressa praticamente tudo o que eu estava pensando. O critério (universal) é válido para todas as pessoas, sem exceção - o círculo inclui todas as cabeças. Sua validade deve repousar num atributo comum: todas as cabeças estão incluídas na mesma esfera homogênea. Nem todos os critérios são (universais): o corpo e os membros das pessoas estão fora (abaixo) da esfera, dado que elas continuam a viver na terra, como indivíduos independentes. Que teria ocorrido? Em minha sonolência, minhas idéias abstratas haviam sido substituídas, sem interferência consciente, por uma imagem perceptiva, por um símbolo."
 
Silberer prossegue, afirmando que achou esse pensamento por imagens mais fácil do que a lógica racional. Realizou exaustiva experimentação naquele estado intermediário, contemplando complexos pensamentos abstratos e aguardando atentamente o aparecimento de imagens simbólicas. Verificou que seus pensamentos, nesse estado, sempre davam origem a imagens, fato que vinha demonstrar, para ele, que a mente automaticamente transforma informação verbal em unificadoras imagens simbólicas. Um outro exemplo apresentado por Silberer é o seguinte: "Meu pensamento é: devo burilar um trecho prolixo de um ensaio. Símbolo: vejo-me aplainando um pedaço de madeira". Em função disto, Silberer passou a "podar" palavras desnecessárias de seu ensaio.
Do ponto de vista de nossos princípios Rosacruzes, o que Silberer fez foi colocar-se num estado receptivo, intermediário; introverteu um problema que já havia analisado e aguardou que surgisse uma resposta, sob forma de visualização. Os resultados de seus experimentos demonstraram que as visualizações para resolução de problemas são freqüentemente simbólicas.
Imagens inspiradas, ou símbolos, que ocorrem espontaneamente à nossa percepção, provêm de níveis que transcendem nossa consciência objetiva. Ocorrem-nos de um nível interior, de uma faculdade intuitiva da mente. São gerados numa tentativa de associar o mundo interior ao exterior, o espiritual ao material, o invisível ao visível, o macrocósmico ao microcósmico, a imaginação à objetividade, a atualidade à realidade. Promovem a integração da mente.
Simbolismo é a arte de pensar com imagens, em vez de palavras. Uma imagem é usada como símbolo para comunicar um significado que transcende o óbvio, o alcance da razão. Devido à existência de inúmeras coisas que ultrapassam o alcance da nossa compreensão objetiva, constantemente usamos símbolos (como o símbolo matemático para infinito), para representar conceitos que não podemos definir ou apreender completamente. Portanto, o simbolismo é uma técnica de compreensão. O símbolo efetua a ligação entre o reino metafísico, em que a Mente Divina abrange o Todo, e o reino físico, do cérebro, dos sentidos, em que o Todo nunca pode ser perfeitamente conhecido. No reino físico; por mais poderoso que seja o telescópio ou o microscópio que o homem construa, sempre restará matéria que não poderá ser vista mesmo com o auxílio de instrumentos. Os sentidos físicos do homem, apesar de complexos e maravilhosos, são limitados em sua capacidade de percepção. Portanto, o conhecimento humano adquirido através desses sentidos nunca poderá ser perfeito.
 
Intuição e Razão
Contrariamente à idéia popular, o método científico associa intuição à observação experimental, para a aquisição de novo conhecimento. Novas idéias provêm da intuição, sem a qual a informação que reunimos por observação fortuita seria um acúmulo de fatos sem sentido. A intuição e a razão associam as observações fortuitas numa relação significativa, num sistema ordenado. A experimentação e a observação empírica são métodos para posterior verificação ou comprovação das novas idéias, já reveladas pela intuição, para inclusão dessas idéias no acervo do conhecimento novo.
Em pesquisa científica, a chave está em ter o indivíduo a perspicácia que o torne apto a formular a pergunta correta. A resposta precisa está implícita na pergunta correta. Isto só pode ser alcançado transcendendo-se os sentidos físicos. E é o símbolo - esse instrumento de compreensão - que nos per-mite transcender o alcance dos sentidos físi-cos. Disse Goethe: "No símbolo, o particular representa o geral. . . como uma viva e mo-mentânea revelação do inescrutável".
Símbolos intuitivos podem revelar a essên-cia de verdades sutis, que não podem ser compreendidas somente pelo intelecto. Por sua natureza, os símbolos podem decifrar pa-radoxos e, da desordem, criar ordem. Em lampejos de compreensão, proporcionam conhecimento que integra fragmentos dispersos, díspares, numa visão unitária. Percebemos, mesmo que só por um instante, o gran-de esquema das coisas, a unidade do universo e o lugar que nele ocupamos. Apercebemo-nos da unidade através de imagens concretas do mundo objetivo que nos cerca (as únicas coisas suscetíveis de percepção visual), porém, vemos essas imagens concretas numa nova, insólita perspectiva.
A cognição intuitiva tende a ser duvidosa, a menos que seja precedida de um grande esforço para adquirir informação e seguida de aplicação e comprovação científica da idéia. O modelo simbolizado (ou hipótese) tem de ser comprovado pela experiência no mundo objetivo. Portanto, embora modelos simbólicos e hipóteses intuitivas possam ser obtidos seguindo-se passo a passo o processo Rosacruz de concentração-contemplação-me-ditação, temos de retornar ao estado objetivo de concentração, para verificar a validade do símbolo intuitivo.
 
O processo Rosacruz de pensamento é uma espiral ascendente: com o retorno à concentração, mais detalhes são novamente observados; o retorno à contemplação traz novas revelações quanto à eficácia da idéia que está sendo considerada; ao passo que o retorno ao estado intermediário ou meditati-vo pode demonstrar que nosso símbolo in-tuitivo original pode explicar mais e dar sig-nificado e relevância a mais aspectos do mundo objetivo do que percebemos a princípio. O retorno ao estado meditativo pode também provocar a transformação da percepção original num símbolo ou modelo mais poderoso. O símbolo transformado é mais poderoso no sentido de que tem potencial para explicar e predizer mais acerca da natureza.
 
Quando a mente humana considera problemas básicos, como a natureza da matéria, suas observações proporcionam apenas dados superficiais, como pontos de partida. As observações não contêm em si mesmas os conceitos com que os dados podem receber ordem e significado. Por exemplo, uma pedra, ou um bloco compacto de madeira, não sugerem as partículas dinâmicas de matéria em função das quais é o átomo concebido. A concepção da teoria atômica não está na madeira, mas, na mente da pessoa que a interpreta. É uma imagem derivada da intuição, que demonstra seu valor em sua utilidade para a interpretação prolífica de dados superficiais. Em última análise, o teste da imagem assenta em fatos oriundos da observação, assim como a imagem do universo contida na teoria geral da relatividade, de Einstein, exigiu um eclipse para validar sua penetração.
Mesmo quando uma imagem simbólica, como uma teoria, é comprovada num caso específico, por provas externas, ela continua a ser um símbolo operacional, cuja "verdade" não é absoluta, mas, relativa e metafórica. Um símbolo é uma realidade e, não, uma atualidade. Fica definido pelas premissas simbólicas da imagem global, como na concepção do átomo. É com este sentido que Einstein afirma: "A Física é uma tentativa de apreender conceptualmente a realidade, tal como ela é imaginada, independentemente de que ela seja observada". O resultado deste critério, seguido pela Física, é uma versão lógica da realidade, caracterizada pela estrutura dos símbolos que ela está empregando. Em certos pontos, essa versão da realidade é testada por meio de observação externa, porém, a essência repousa na lógica interna de seu sistema simbólico. "É neste sentido", escreveu Einstein, "que falamos de realidade física".
A realidade física, conforme Einstein define esta expressão, não é a realidade palpável do mundo físico. Não é a pedra em que damos uma topada. Antes, é o acervo lógico de conhecimento representado pela estrutura simbólica da Física moderna. É uma realidade definida pela sua estrutura de imagens. Não se pretende que o retrato da "verdade", na imagem, seja mais do que relativo e parcial; não obstante, ele expande enormemente o conhecimento e a sabedoria do homem. Por meio de símbolos, o Rosacruz aprende a dirigir as forças da natureza.
Assim como a Física Atômica abriu caminho para uma dimensão da realidade que jamais fora conhecida e pós à disposição do homem quantidades fantásticas de uma nova energia, a ampliação e a evolução de nossas realidades pessoais e concepções simbólicas produzem novas fontes de eficácia pessoal, e liberam formidáveis e novos poderes da personalidade. Para o Rosacruz, toda forma, cor, ação, todo objeto, do mundo, é uma forma visível de um nível vibratório da consciência primordial que transcende a mente sensória. Essas formas visíveis de níveis vibratórios, quais símbolos, são suscetíveis de infinitas combinações e redistribuições, que dão origem às inúmeras nuanças de conhecimento. Se deste modo encaramos o mundo dos nossos sentidos, tornamo-nos sensíveis a todas as manifestações análogas, ou correspondentes; no âmago da nossa experiência Transcendemos as limitações do mundo físico e penetramos no reino do Absoluto. A verdadeira base do simbolismo intuitivo, portanto, é a correspondência que associa todos os níveis da realidade, ligando-os uns aos outros, e, conseqüentemente, estendendo-se da ordem natural, como um todo, para a Ordem Cósmica. Por força dessa correspondência, toda a natureza é apenas um símbolo: O sentido da natureza se evidencia somente quando ela é encarada como um indicador capaz de nos tornar cônscios da Verdade Cósmica.
O paralelo que existe entre a Física e a filosofia Rosacruz da mente está em que ambos utilizam conceitos simbólicos para liberar energia; mas aí cessa o paralelo. A natureza de sua aplicação é diferente. Cada qual leva a um acervo de conhecimento relativo ao seu particular setor da realidade, mas a concepção Rosacruz da mente e da realidade psíquica produz mais do que o conhecimento intelectual. Leva às nossas disciplinas Rosacruzes para o desenvolvimento de maior potencial pessoal para a experiência e maior participação em dimensões da realidade que transcendem o indivíduo.
 
Extraido da revista: O Rosacruz
Agosto de 1978
Para saber mais sobre rosacrucianismo:
www.amorc.org.br
     
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Postado por Liliam Padilha Ferreira às 20:29 0 comentários

LEI MENTAL


www.yesachei.com

A esposa do sr. "I", certo dia, pediu à sua sogra para con­feccionar um edredom, mas, quando esta se recusou a fa­zê-Io, ficou muito indignada. Nessa noite nem conseguiu engolir arroz. Na manhã seguinte, havia furúnculos ao redor da sua boca e, mais tarde, isso se inflamou bastante, a ponto de ela não conseguir ar­ticular palavras.
Então, o sr. "I" a orientou dizendo: "Isso é manifestação da sua men­te. Escreva numa folha de papel palavras de gratidão à minha mãe". Quando ela fez exatamente isso, ficando com a disposição mental de pedir perdão à sua sogra, a gra­ve inflamação desapareceu no mesmo dia.

Esse é um exemplo de que o cor­po carnal manifesta o estado mental da pessoa. Não há ninguém que deseje ficar doente, mas há quem fique a resmungar mentalmente, indignado, odiando al­guém. Assim, esse estado mental se ma­nifesta no corpo carnal, suscitando diver­sas doenças desagradáveis. Portanto, se a pessoa deixar de ter pensamentos desa­gradáveis e passar a agradecer a tudo e a todos, será curada de qualquer doença.

Neste caso, a questão é apenas con­seguir ou não "agradecer de forma incon­dicional". O ser humano costuma formu­lar argumentos para justificar seus atos e pensamentos. Por isso, não há dúvida de que, muitas vezes, você fica pensando: ""Eu odeio fulano( a) porque ele( a) está errado( a) nisso e naquilo". Enquanto ficar pensan- do assim, será difícil conseguir agradecer, de coração, a esse(a) fulano(a). E, se não conseguir agradecer-lhe, não conseguirá se livrar da doença ou infelicidade. Portanto, é você quem sofrerá, e não o(a) fulano(a). Se, na verdade, quem estivesse errado(a) fosse o(a) fulano(a), seria ele(a) quem de­veria sofrer e ficar doente. Entretanto, se é você que acaba sofi'endo e adoecendo, é porque, por alguma razão, está odiando fulano(a) ou insatisfeito com ele(a). Pare de proceder dessa forma ridícula.

Este é um mundo que não melhora odiando e reclamando das pessoas e coi­sas. Muitas pessoas pensam, equivocada­mente, que tudo melhorará se criticarem o mal e reclamarem das coisas ruins. Se refletirem sobre esse erro, cientes de que a "'lei mental" concretiza sonlente aquilo que é reconhecido pela mente, e passarem a observar os pontos positivos das pessoas e agradecer a isso, surgirão cada vez mais coisas maravilhosas, e se manifestará um mundo ideal, no qual tudo transcorre de forma positiva. Não é seu dever julgar as pessoas. Deixe isso a cargo do efeito auto­mático da "lei mental".
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 20:04 0 comentários

Yesachei: Transcendendo a fronteira do bem e do mal

Yesachei: Transcendendo a fronteira do bem e do mal: "A base de tudo é o pensamento. Tudo foi criado através do pensamen­to. Portanto, se pensarmos no mal, manifestar-se-á o mal."
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 19:59 0 comentários

sábado, 1 de janeiro de 2011

O MESTRE OSHO.... E MINHAS CERTEZAS TEMPORÁRIAS......


Se você quer crescer, mantenha a individualidade
Posted: 15 Dec 2010 04:00 PM PST
Se nossa evolução está interconectada e a humanidade é um só corpo, porque você realça mais a individualidade do que a universalidade?
Sim, somos parte um do outro. A humanidade é não somente uma, a existência é uma. Essa unicidade pode ser sentida em dois níveis: um é em profunda inconsciência e o outro é em superconsciência.

Ou você se torna uma árvore; assim você fica um com o todo. Ou você se torna um Buda; assim você fica um com o todo. Entre os dois você não pode ser um com o todo.

Consciência é individual, inconsciência é universal; superconsciência é universal, consciência é individual...

Porque as pessoas se sentem tão felizes numa multidão? Porque a felicidade numa multidão torna-se tão contagiosa? Porque na multidão as pessoas desaparecem, se tornam inconscientes. Elas perdem suas individualidades, elas fundem a individualidade delas.

Abandonando suas consciências elas abandonam a espiritualidade delas. Então elas ficam felizes, assim não há nenhuma preocupação, nenhuma responsabilidade....

Eis porque digo para não se tornar membro de um grupo. Senão você ficará tão baixo como o mais baixo dos membros. Tornem-se indivíduos. Num grupo você sempre cairá para o menor denominador.

Isso é natural, é bem científico. Se você estiver caminhando com um grupo de cem pessoas, a pessoa mais lenta irá decidir a velocidade. Porque a pessoa mais lenta não pode andar mais rápido, ela tem suas limitações.

E se o grupo tem que permanecer um grupo, o grupo terá que se mover de acordo com o mais lento. O mais rápido terá que reduzir, mas a pessoa mais lenta não pode se tornar rápida; ela suas tem limitações.

O grupo é sempre dirigido por uma pessoa estúpida. O estúpido não pode se tornar inteligente. Mas o inteligente pode decair facilmente e tornar-se estúpido. E é claro, pessoas estúpidas tendem a criar grupos porque sozinhas elas não podem confiar nelas mesmas. Elas estão assustadas, não possuem nenhuma inteligência. Elas sabem que sozinhas estarão perdidas.

Elas tendem a criar grupos, multidões. Então quando existe uma igreja, quando existe uma seita, noventa e nove por cento é de tolos. Isso tem que ser assim. Eles decidem programas religiosos, políticos e tudo mais.

Cuidado com essa grupocracia e fique atento. Porque em você também há momentos, momentos estúpidos, quando você gostaria de relaxar. Então você não é responsável, assim não há nenhuma preocupação. Desse modo você pode lançar toda a responsabilidade sobre o grupo. Você sempre pode dizer, “Que posso fazer? Eu caminho com o grupo e o grupo é lento, então eu sou lento. O membro mais lento decide tudo”.

Se você realmente quer crescer, fique só. Se você realmente quer ser livre, seja responsável. Daí minha insistência na individualidade.

Osho, em "The Discipline of Transcendence"
Fonte: www.Osho.com
Imagem por windypizza
www.palavrasdeosho.com


Postado por Liliam Padilha Ferreira às 21:40 0 comentários

MEUS SONHOS...

Esteja aberto aos seus sonhos
Posted: 20 Dec 2010 07:19 PM PST
Aprenda a estar aberto a seus sonhos. Sonhos são comunicações do inconsciente. O inconsciente tem uma mensagem para você. Ele está tentando criar uma ponte para sua mente consciente.

A análise não é necessária para entender os sonhos porque, se você analisar o sonho, o consciente novamente se tornará o mestre. Ele tenta dissecar e analisar, tenta forçar significados que não são os significados do inconsciente.

O inconsciente usa uma linguagem poética. O significado é muito sutil, não pode ser encontrado pela análise. Ele somente pode ser encontrado se você começar a aprender a linguagem do sonho. Assim, o primeiro passo é estar aberto ao sonho.

Quando você tiver um sonho que parece significativo — talvez violento, um pesadelo, mas você sente que há alguma importância nele —, pela manhã, ou mesmo no meio da noite, antes de se esquecer dele, sente-se em sua cama e feche os olhos.

Esteja aberto ao sonho e diga-lhe: "Estou com você e estou disposto a ir até você. Conduza-me para onde você desejar me conduzir; estou disponível." Entregue-se simplesmente a ele. Feche os olhos e mova-se com ele, desfrute-o, deixe que ele se revele.

Você ficará surpreso com os tesouros que o sonho está ocultando e perceberá que ele continua a se revelar.

Osho, em "Osho Todos os Dias: 365 Meditações Diárias"
Fonte: Osho Sukul
Imagem por dhammza
www.palavrasdeosho.com
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 21:22 0 comentários

transcendendo sempre

OS 7 PORTAIS DA CHAMA VIOLETA


A Chama do Fogo Violeta é a transcendência, a freqüência máxima da espiritualidade. É uma corrente de
vibrações cujas propriedades captam e dissolvem energias imperfeitas para que
elas possam ser recarregadas novamente com a Perfeição.

Esse fogo purificador é emanado do 7º Raio Cósmico, cujo Dirigente, Mestre
Ascensionado Saint Germain, responsável pelo Planeta Terra por 2.000 anos a
partir de maio de 1954, está presente em nossas vidas para que possamos ter a
oportunidade de transformar impurezas de nossos corpos físicos, mentais,
emocionais e espirituais e transmutá-los em Luz, Amor e Paz para que seja
alcançada a Liberdade, Ascensão e, conseqüentemente, o Amor Universal.

Cabe lembrar que, por ter sido uma Chama de acesso restrito em épocas passadas,
muitas pessoas desconhecem que o Fogo Violeta pode e deve ser visualizado e
sentido abundantemente por todos, para si mesmo, para outras pessoas, para os
nossos lares e principalmente em situações adversas, para que rapidamente se
convertam em Paz, Pureza, Verdade e Amor.

O objetivo de Mestre Saint Germain é que toda a humanidade, nestes momentos de
grandes transições, precipite o seu "momentum" e alcance a Ascensão e a Maestria
em total harmonia junto com os Reinos animal, vegetal e mineral.

Que, com estes ensinamentos, cada um possa, através do seu livre arbítrio,
discernir e vivenciar sua evolução e assim, juntos, possamos vislumbrar a nova
Idade de Ouro da Liberdade Eterna.

PALAVRAS DO MESTRE SAINT GERMAIN :

" Os 7 Portais deverão ser absorvidos através da percepção extra sensorial,
através da irradiação e através da respiração.
Todos os poderes agora direcionados à Terra estarão no alento divino do Fogo
Sagrado do Espírito Santo, através do poder da respiração, onde, absorvendo
através da introspecção e através da energia, todos os seres perceberão primeiro
a forma, depois o vínculo que manifesta aquilo que é o significado de cada um
desses Portais que conduzirão à Liberdade Interna, pois a análise convencional
do Plano Espiritual nem sempre requer os pré-requisitos necessários para que
possam perceber que os valores no plano espiritual são outros.
Portanto, nestes momentos de transição, que possais atrair vossas energias e de
todos aqueles que vos cercam, em sintonia da absorção através da respiração
consciente. Então começareis a perceber com mais atenção a respiração em vossos
corpos, manifestando ideais em vossas vidas preenchidas em Luz .

Amor e Luz,
Eu Sou Saint Germain em vós "

 
1º PORTAL = DISCIPLINA E ORGANIZAÇÃO

O corpo físico, templo da alma, é o primeiro que deve obedecer a uma disciplina,
porque quando em desordem energética, fica inclusive propenso a disfunções
manifestadas através de doenças. Um dos requisitos necessários para transpormos
esse 1º Portal é saber perdoar, mas perdoar com todos os sentidos, pois quem se
ofende é a personalidade. As mágoas, ressentimentos, rancores e frustrações são
ricos alimentos para o ego. Aquele que está concentrado na perfeição do "Eu
Sou", nunca é ofendido, agredido ou humilhado. E a DISCIPLINA E ORGANIZAÇÃO são
necessárias para a correta concentração (2º Portal).

SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 1º PORTAL

1 - Ter disciplina alimentar.
2 - Disciplina nos horários de dormir e acordar.
3 - Disciplina de pensamentos.
4 - Disciplina nas ações que harmonizarão as reações.
5 - Organizar o tempo, para haver o suficiente para obrigações, lazer e
introspecção.
6 - Organizar o lar, dando prioridade de lugar e localização às necessidades
mais predominantes para evitar-se que, ao procurar algo, seja necessário "tirar
tudo da frente". Isto repercute na disciplina e organização interna
(sentimentos, emoções e pensamentos).
7 - Frases positivas, como por exemplo: "O meu dia transcorre em paz porque a
minha vida transcorre organizada" ou "No meu lar tudo é funcional e organizado
porque disciplino meus pensamentos e ações", substituem vícios mentais, tais
como: "não tenho tempo para nada", "eu nunca encontro nada", "nunca tenho senso
de direção" .


2º PORTAL = CONCENTRAÇÃO

O Poder da CONCENTRAÇÃO é necessário para o bom desenvolvimento da ORDEM E RITMO
(3º Portal). Ninguém pode concentrar-se na concretização de algum objetivo sem
dedicação ou dispersando energias com falsos conceitos e pseudo-verdades que
habitam a mente, advindos do mundo tridimensional.
A eficiência da Concentração aplicada em qualquer objetivo se traduz na
perfeição dos resultados obtidos, sanando obstáculos existentes no decorrer do
seu seguimento.

SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 2º PORTAL

1 - Persistência com paciência é vital para atingir um objetivo.
2 - Nunca colocar dúvidas ou sugestões que modifiquem o modelo original do
objetivo.
3 - Dedicação é sinônimo de Perseverança com Amor.
4 - A música das esferas é forte aliada da Concentração.
5 - Silenciar a mente.
6 - Dispor de um período, por menor que seja, todos os dias, no mesmo horário,
dedicados à concentração em algum objetivo.
7 - Visualizar o objetivo "pronto" e concentrar-se nessa imagem.


3º PORTAL = ORDEM E RITMO

Para tudo há um ciclo, nascimento e crescimento, fases da lua e da maré,
estações do ano. No processo de conscientização surgem situações novas, à medida
que são seguidos os ritmos naturais; portanto, paciência é uma virtude a ser
galgada para se criar uma ORDEM precisa e um RITMO coordenado.
Jamais um discípulo poderá atingir a Sabedoria do seu Mestre sem percorrer os
caminhos da sua própria experiência e vivência, que só serão alcançadas
obedecendo à ordem natural da sua evolução, que poderá ser acelerada sem o uso
da pressa, ansiedade e desânimo, que retardarão o processo da estabilidade
emocional e mental, essenciais para que a TRANSMUTAÇÃO (4º Portal) atue,
transformando energias e fatos.

SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 3º PORTAL

1 - Ordem de pensamentos. Idéias concisas.
2 - Desenvolver o discernimento para dar "Ordem" de prioridade de execuções.
3 - Manter a tranqüilidade para preservar a perseverança.
4 - Sustentar o "Ritmo" que se mantém qualitativamente e não quantitativamente.

5 - Apelos, orações e meditações feitas diariamente no mesmo horário são
realizações do Ritmo.
6 - Nunca se enfastiar pela contínua repetição, que faz parte do Ritmo. Obedecer
a essa Ordem natural fortalece a concretização de qualquer objetivo.
7 - Proteger com a virtude da Paz (Chama Branca) a Ordem e o Ritmo do que se
está desenvolvendo e selá-la com a Perfeição Cósmica.


4º PORTAL = TRANSMUTAÇÃO

Ao contrário do Amor que une, a Misericórdia afasta, limpa, purifica. Mestre
Jesus Sananda, quando encarnado, curava (tirava o mal) por Misericórdia. A força
e irradiação da Chama da Transmutação atuam como energia de dissolução do que a
Misericórdia limpou e purificou, para imediatamente transformá-lo em Luz,
Equilíbrio e Perfeição. Esta é a verdadeira Alquimia, é manipular com Sabedoria
as imperfeições, para depois convertê-las em campos de força.
Ao atravessar os Portais da Transmutação, todos os carmas negativos do presente,
do passado e do futuro são dissolvidos e transformados em Luz e perfeição.
Transmutadas toda e qualquer imperfeição, prepara-se então o discípulo para a
captação de novas energias presentes no 5º Portal (MAGNETIZAÇÃO). Estas energias
cósmicas são idênticas às dos Templos de Luz dos Mestres Ascensionados.

 SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 4º PORTAL

1 - Ao acordar visualizar-se dentro da Chama Violeta. Repita a visualização
antes de iniciar suas atividades normais, ou antes de sair de casa.
2 - Durante o dia, por diversas vezes, visualize-se dentro da Chama Violeta.
3 - Fora de casa, visualize o seu lar repleto de Luz Violeta.
4 - Ao lembrar-se de alguém, visualize-a(o) dentro de um tubo de Luz Violeta.

5 - Visualizar com uma reta de Luz Violeta, o caminho a ser tomado (ruas,
estrada, local do seu destino).
6 - Visualizar o Planeta Terra totalmente preenchido com o Fogo Purificador e
Sagrado da Chama Violeta.
7 - Visualizar-se, ao deitar, dentro da Chama Violeta, para que sejam
transmutadas em Luz as imperfeições que foram geradas durante o dia.


5º PORTAL = MAGNETIZAÇÃO


Devidamente equilibrado, harmonizado e consciente da sua essência divina, você
está preparado para MAGNETIZAR ( atrair, imantar) as mais puras freqüências
vibratórias de Luz.
Na senda cósmica, o discípulo amplia suas percepções aos mundos paralelos de
outras dimensões, magnetizando energias cósmicas que trazem as irradiações das
Virtudes dos 7 Raios Cósmicos, não só para si, mas para toda a humanidade, pois
neste estágio ele está praticamente liberto de apegos e egos.
A MAGNETIZAÇÃO de energias puras e qualificadas é a oportunidade que o Plano
Divino oferece a todos para que, através do livre arbítrio, possam alcançar a
MANIFESTAÇÃO (6º Portal) dos ideais almejados.

SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 5º PORTAL

1 - Magnetizar formas pensamentos que se projetam como símbolos sagrados tais
como: cruz de malta, pirâmides, cálices, estrelas, sol, pomba.
2 - Magnetizar amizade, amor, compreensão e a compaixão para cura de todos os
relacionamentos.
3 - Magnetizar a irradiação da Cura na renovação de todas células para a saúde
plenamente renovada.
4 - Magnetizar a energia da Prosperidade com pensamentos altruístas, de êxito e
de sucesso para si e para todos que compartilham a sua vida.
5 - Magnetizar a irradiação da felicidade sempre presente em seu lar.
6 - Magnetizar "momentuns" que são forças acumuladas de todas as vidas passadas,
que traduzem a verdadeira essência de cada ser.
7 - Magnetizar as irradiações da sua própria centelha divina para que se amplie
e se expanda, para que a sua Presença "Eu Sou" assuma o comando geral sobre a
sua vida.


6º PORTAL = MANIFESTAÇÃO

Assim como em um cristal do qual vemos a forma, suas linhas, seu prisma e cuja
geometria obedece formas inteligentes e conseqüentemente capta e amplia energias
cósmicas, podemos manifestar qualquer massa vibratória em matéria sólida ou
ainda, trazer energias espirituais para o plano físico.
O candidato a atravessar os 7 Portais da Chama Violeta possui a Força Motriz
que o impulsiona à manifestação da Paz, Harmonia, Fraternidade em qualquer tempo
e lugar e, desenvolvendo a sua Consciência Crística, trará com certeza o
"Nirvana" à sua vida. Trazendo os céus para a Terra, a LIBERDADE é uma dádiva
ofertada pelos Planos Superiores de Luz.

SUGESTÕES PARA TRAVESSIA DO 6º PORTAL

1 - Visualizar o seu objetivo em uma tela mental tal qual se apresenta no
momento, com todas as eventuais imperfeições. Visualizar essa imagem apenas uma
vez.
2 - Apague de sua memória a imagem acima, preenchendo todo cérebro de Luz Branca
da Purificação.
3 - Visualize novamente a tela mental, agora com a imagem pronta e manifestada.

4 - Observe bem essa imagem e vivencie as sensações que ela lhe traz.
5 - Visualize ao redor da tela mental uma moldura dourada que se move
continuamente no sentido horário (da esquerda para a direita).
6 - Desloque a tela mental para cima e à esquerda do seu campo visual.
7 - Repita várias vezes esse processo, porém somente a partir do item 3.


7º PORTAL = LIBERDADE

Enquanto se segue impulsos impostos pelos valores criados pelo homem no mundo
tridimensional, pode-se satisfazer desejos, egos e ilusões. A libertação está
ligada intrinsecamente no cerimonial interno, que se reflete na harmonia de
situações cotidianas. É um estado de espírito no qual nada se pleiteia, porque
se sente e se vive "o todo". Não se julga ninguém porque se estaria julgando a
si mesmo.
O ser liberto já superou a sua própria personalidade e entende que não mais
pertence a uma família, uma nação ou a uma religião, mas sim ao Universo e o
Universo é parte de si.
 
OS 7 DEGRAUS DOS 7 PORTAIS
 
A 7ª esfera de Luz precipita-se também em conjunto com o 1º Raio Cósmico (Chama Azul da Vontade e
do Poder), que traz a força para que o plano evolutivo se manifeste e com o 3º
Raio Cósmico (Chama Rosa do Amor Incondicional e Inteligência Ativa), que
auxilia na modulação, na adaptação de novas energias.
Durante a hegemonia da Chama Violeta, prevalecerão a Síntese, a Unidade, o
Serviço, o Auto-reconhecimento da Presença Divina e a atuação da Consciência
Crística de cada um em tornar-se Consciência Unificada de Deus Pai-Mãe de todos
os Universos em expansão na Luz.

Assim o aspirante deverá desenvolver:

1 - A VONTADE (Chama Azul do 1º Raio) para precipitar a DISCIPLINA E ORGANIZAÇÃO
(1º Portal).

2 - Unir mente e coração com a ILUMINAÇÃO (Chama Dourada do 2º Raio) para a
CONCENTRAÇÃO ( 2º Portal) do propósito maior.

3 - AMOR (Chama Rosa do 3º Raio) à vida e a tudo que faz. - Virtude
indispensável à ORDEM e ao RITMO ( 3º Portal).

4 - É necessário haver PUREZA (Chama Branca do 4º Raio) de intenção para a
TRANSMUTAÇÃO (4º Portal) das desarmonias em Luz.

5 - Desenvolver e aplicar a sua VERDADE ( Chama Verde do 5º Raio) interna para
que a MAGNETIZAÇÃO (5º Portal,) força operante, atraia energias que imantarão a
realidade da essência cósmica.

6 - A DEVOÇÃO (Chama Rubi do 6º Raio) aos Planos Superiores de Luz para que a
MANIFESTAÇÃO (6º Portal) consagre-se na concretização dos ideais de Luz.

7 - Aperfeiçoar-se no CERIMONIAL INTERNO (Chama Violeta do 7º Raio), na
aceleração das vibrações dos elétrons que compõem os átomos dos corpos
inferiores, proporcionando-lhes a LIBERDADE ( 7º Portal) para afinal tornar-se
Ascensionado junto aos Mestres.
Carmen Balhestero e Heloísa Lassálvia
Fraternidade Pax Universal

Postado por Liliam Padilha Ferreira às 21:03 0 comentários

Novo Ano.......! Novas Aprendizagens....

Está com raiva? Bata no travesseiro!
A raiva é apenas um vômito mental. Algo que você ingeriu está errado, e todo o seu ser psíquico quer colocar para fora. Mas não é preciso jogar sua raiva sobre outra pessoa. É porque as pessoas jogam sua raiva em outras que a sociedade lhes diz para se controlarem.

Não jogue sua raiva em ninguém. Você pode tomar um banho, fazer uma longa caminhada... Tudo que a raiva significa é que você precisa de uma atividade intensa para que ela seja liberada.

Corra um pouco e você irá sentir que a raiva se esvai, ou pegue um travesseiro e bata nele, lute com ele, morda o travesseiro até que suas mãos e dentes estejam relaxados. Após cinco minutos de catarse, você irá sentir-se livre do peso e, quando descobrir isso, nunca mais irá jogar sua raiva em ninguém, porque isso é uma tolice completa.

Para iniciar uma transformação é necessário, antes de tudo, expressar sua raiva. Mas não jogue a raiva em ninguém porque, nesse caso, você não terá como expressá-la totalmente. Poderá querer matar ou morder alguém, mas isso não é possível.

Tudo isso, contudo, pode ser feito com um travesseiro. Um travesseiro é iluminado, é um buda! O travesseiro não irá reagir, não irá processar você. Não se tornará seu inimigo, não fará absolutamente nada. O travesseiro ficará feliz, rirá de você.

Osho, em "Osho de A a Z — Um Dicionário Espiritual do Aqui e Agora"
Imagem por massdistraction
www.palavrasdeosho.com
Postado por Liliam Padilha Ferreira às 20:39 0 comentários
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